No Dia 30 De Novenbro De 1990,Foi Fundado Em Ilheus,Pelo Frei Cezar Borges,o ENEUC( Encontro Eucarístico Com Crianças ).
quarta-feira, 15 de agosto de 2012
terça-feira, 14 de agosto de 2012
Você já errou na vida?
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| Reconheça a queda e levante a cabeça |
Quero lhe falar sobre uma história real. Trata-se da vida de um jovem que, aos 25 anos de idade, não tinha mais nenhuma perspectiva, não conseguia ver esperança, apenas um vazio existencial.
Os dias iam passando e o desespero aumentava no coração dele por não avistar uma saída. A entrada para o mercado de trabalho lhe parecia muito difícil. Sem faculdade e sem currículo, quem o contrataria? Quanto ganharia? Quem ganha bem é quem tem um excelente currículo e uma boa formação acadêmica. Casar-se e formar família também era complexo, já que não conseguia administrar sua própria vida. Então, não conseguia mirar uma vida de fidelidade a uma única mulher; e outro ponto se tornava ainda mais distante de sua vida: ter filhos e dar a eles educação moral e cristã.
Situações que resultavam numa conclusão: não havia perspectiva profissional, não havia esperança de ser um bom esposo e um bom pai. Além desses fatos, ele havia jogado fora todas as oportunidades que estiveram em suas mãos, uma delas foi a carreira profissional de futebol de salão. O mais complicado para este jovem era pensar que não havia mais jeito de dar a volta por cima. Não existia esperança para sair do caos.
Não sei a sua idade nem o quais são suas perdas; só sei de uma coisa: em meio a uma situação de desesperança, é hora de tomar cuidado para não perder dois valores: a alegria e a esperança.
A letra de uma música diz: "reconhece a queda e não desanima. Levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima". Jovem, é preciso reconhecer a queda, reconhecer a perda, reconhecer-se pequeno, mas não desanimar.
Assista também: "Jovem, seja firme e corajoso", com o saudoso padre Léo
Os dias iam passando e o desespero aumentava no coração dele por não avistar uma saída. A entrada para o mercado de trabalho lhe parecia muito difícil. Sem faculdade e sem currículo, quem o contrataria? Quanto ganharia? Quem ganha bem é quem tem um excelente currículo e uma boa formação acadêmica. Casar-se e formar família também era complexo, já que não conseguia administrar sua própria vida. Então, não conseguia mirar uma vida de fidelidade a uma única mulher; e outro ponto se tornava ainda mais distante de sua vida: ter filhos e dar a eles educação moral e cristã.
Situações que resultavam numa conclusão: não havia perspectiva profissional, não havia esperança de ser um bom esposo e um bom pai. Além desses fatos, ele havia jogado fora todas as oportunidades que estiveram em suas mãos, uma delas foi a carreira profissional de futebol de salão. O mais complicado para este jovem era pensar que não havia mais jeito de dar a volta por cima. Não existia esperança para sair do caos.
Não sei a sua idade nem o quais são suas perdas; só sei de uma coisa: em meio a uma situação de desesperança, é hora de tomar cuidado para não perder dois valores: a alegria e a esperança.
A letra de uma música diz: "reconhece a queda e não desanima. Levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima". Jovem, é preciso reconhecer a queda, reconhecer a perda, reconhecer-se pequeno, mas não desanimar.
Assista também: "Jovem, seja firme e corajoso", com o saudoso padre Léo
Consciente de que para levantar e dar a volta por cima é preciso o auxílio do Alto, do Céu, levante a cabeça e acredite, pois é possível começar um tempo novo. Levantar-se, porque sem Deus é arriscado. Levantar-se com Deus é humildade.
"A alegria do coração é a vida da pessoa, tesouro inesgotável de santidade; a alegria da pessoa prolonga-lhe a vida. Tem compreensão contigo mesmo e consola teu coração; afugenta para longe de ti a tristeza. A tristeza matou a muitos e não traz proveito algum" (Eclo 30,23-25). Essa passagem bíblica nos apresenta um valor que deve ser cultivado: a alegria.
Jesus é o seu amigo e está junto de você nestes momentos tão difíceis. Ele é o único que não pode estar presente na Sua lista de perdas. “Eu vos chamo amigos” (Jo 15, 15). O lindo desafio para este dia é virar a folha e começar a escrever um tempo novo. Coloque, no início dessa folha, a frase "Jesus é meu amigo"; isso é o bastante para você dar a volta por cima.
Este jovem, hoje, tem 43 anos de idade, é casado há 15 anos e tem três filhos. Este jovem sou eu! Hoje, sou “semeador de alegria e esperança” e aprendiz na descoberta de valores em meio às perdas. Não canso de repetir: "Com Deus tem jeito!".
"A alegria do coração é a vida da pessoa, tesouro inesgotável de santidade; a alegria da pessoa prolonga-lhe a vida. Tem compreensão contigo mesmo e consola teu coração; afugenta para longe de ti a tristeza. A tristeza matou a muitos e não traz proveito algum" (Eclo 30,23-25). Essa passagem bíblica nos apresenta um valor que deve ser cultivado: a alegria.
Jesus é o seu amigo e está junto de você nestes momentos tão difíceis. Ele é o único que não pode estar presente na Sua lista de perdas. “Eu vos chamo amigos” (Jo 15, 15). O lindo desafio para este dia é virar a folha e começar a escrever um tempo novo. Coloque, no início dessa folha, a frase "Jesus é meu amigo"; isso é o bastante para você dar a volta por cima.
Este jovem, hoje, tem 43 anos de idade, é casado há 15 anos e tem três filhos. Este jovem sou eu! Hoje, sou “semeador de alegria e esperança” e aprendiz na descoberta de valores em meio às perdas. Não canso de repetir: "Com Deus tem jeito!".
Cleto Coelho
Santo que deu a vida por um pai de família é celebrado hoje
Arquivo

São Maximiliano Maria Kolbe faleceu no dia 14 de agosto de 1941 no campo nazista de Auschwitz, para salvar um pai de família
A Igreja celebra nesta terça-feira, 14, a memória de São Maximiliano Maria Kolbe, sacerdote franciscano polonês morto no campo nazista de Auschwitz para salvar um pai de família.
Uma "luz" que "encorajou a outros a se doar" para fazer-se próximo aos que sofrem e aos oprimidos, como o definiu o Papa Bento XVI em sua visita pastoral à paróquia romana de São Maximiliano, em dezembro de 2010.
O Evangelho desta terça-feira, dedicado ao "mandamento novo" de Jesus: "amai-vos uns aos outros, como eu vos amei", recorda que é preciso vencer o mal com o bem, o ódio com o amor.
São palavras que padre Kolbe viveu profundamente e que – como disse Bento XVI – convidam todos nós a seguirmos, sem medida, o amor de nosso Senhor:
"Aquelas palavras de Jesus, 'como eu vos amei', convidam-nos e, ao mesmo tempo, nos inquietam; são uma meta cristológica que pode parecer inalcançável, mas, ao mesmo tempo, são um estímulo que nos permite satisfazer-nos com o que pudemos realizar." (Audiência Geral, 9 de agosto de 2006)
O amor por Jesus passa pelo sim de Maria. E o padre Maximiliano Kolbe continuou dando esperança e consolação aos que estavam com ele no bunker da fome de Auschwitz, totalmente consagrado à Mãe de Deus até o fim.
No dia 14 de agosto de 1941, "'Ave-Maria!' foi a última invocação nos lábios de São Maximiliano Maria Kolbe quando estendia o braço àquele que o matava com uma injeção de ácido fênico. É comovente constatar como o recorrer humilde e confiantemente à Virgem Maria é sempre fonte de coragem e de serenidade", destacou Bento XVI na Catequese do dia 13 de agosto de 2008.
Os mártires não se desencorajam em fazer o bem, mesmo quando o mal parece destruir tudo, destacou ainda o Santo Padre. "Aparentemente a existência deles poderia ser considerada uma derrota, mas justamente no martírio por eles sofrido resplandece o fulgor do Amor que vence as trevas do egoísmo e do ódio. São atribuídas a São Maximiliano Kolbe as seguintes palavras que ele teria pronunciado no ápice do furor da perseguição nazista: 'O ódio não é uma força criativa: somente o amor o é'", afirmou.
Conheça mais sobre história de Maximiliano Kolbe
Uma "luz" que "encorajou a outros a se doar" para fazer-se próximo aos que sofrem e aos oprimidos, como o definiu o Papa Bento XVI em sua visita pastoral à paróquia romana de São Maximiliano, em dezembro de 2010.
O Evangelho desta terça-feira, dedicado ao "mandamento novo" de Jesus: "amai-vos uns aos outros, como eu vos amei", recorda que é preciso vencer o mal com o bem, o ódio com o amor.
São palavras que padre Kolbe viveu profundamente e que – como disse Bento XVI – convidam todos nós a seguirmos, sem medida, o amor de nosso Senhor:
"Aquelas palavras de Jesus, 'como eu vos amei', convidam-nos e, ao mesmo tempo, nos inquietam; são uma meta cristológica que pode parecer inalcançável, mas, ao mesmo tempo, são um estímulo que nos permite satisfazer-nos com o que pudemos realizar." (Audiência Geral, 9 de agosto de 2006)
O amor por Jesus passa pelo sim de Maria. E o padre Maximiliano Kolbe continuou dando esperança e consolação aos que estavam com ele no bunker da fome de Auschwitz, totalmente consagrado à Mãe de Deus até o fim.
No dia 14 de agosto de 1941, "'Ave-Maria!' foi a última invocação nos lábios de São Maximiliano Maria Kolbe quando estendia o braço àquele que o matava com uma injeção de ácido fênico. É comovente constatar como o recorrer humilde e confiantemente à Virgem Maria é sempre fonte de coragem e de serenidade", destacou Bento XVI na Catequese do dia 13 de agosto de 2008.
Os mártires não se desencorajam em fazer o bem, mesmo quando o mal parece destruir tudo, destacou ainda o Santo Padre. "Aparentemente a existência deles poderia ser considerada uma derrota, mas justamente no martírio por eles sofrido resplandece o fulgor do Amor que vence as trevas do egoísmo e do ódio. São atribuídas a São Maximiliano Kolbe as seguintes palavras que ele teria pronunciado no ápice do furor da perseguição nazista: 'O ódio não é uma força criativa: somente o amor o é'", afirmou.
Conheça mais sobre história de Maximiliano Kolbe
A Igreja celebra nesta quarta-feira, 15, a solenidade da Assunção de Nossa Senhora. Pela manhã, às 8h (horário em Roma), o Papa Bento XVI presidirá a Santa Missa na paróquia de Santo Tomás de Villanova, em Castel Gandolfo. Depois, às 12h, o Pontífice conduzirá a oração mariana do Angelus, no pátio interno da residência pontifícia de verão.
O bispo e delegado pontifício para o Santuário da Bem-aventurada Virgem do Santo Rosário de Pompéia, Dom Carlo Liberati, comentou o significado da festa. Ele explicou que a morte é um caminho que segue, mas com outra experiência, e que a vida é exaltada após a morte de tal maneira que destina a pessoa a entrar na glória eterna, na Ressurreição.“Nisso Maria Santíssima é um exemplo extraordinário, porque ela entra nessa experiência antes de nós: nós na morte somos irreconhecíveis durante uma fase transitória até o dia da Ressurreição e somos inclusive humilhados no pós, na corrupção do sepulcro. Não poderia ser este o presente após a morte de Maria, porque ela foi preservada do pecado original, porque ela era a mãe de Cristo Redentor. O modo como Maria foi assunta ao Céu é próprio da eternidade, do corpo que é glorificado e que não tem nada a ser partilhado com a corrupção e a pulverização do corpo humano até o dia da glória."
Sobre a celebração da solenidade no Santuário de Nossa Senhora de Pompéia, o bispo contou que esta inclui todos os cantos marianos expressos nas línguas do mundo católico. “Quem vier a Pompéia ouvirá todos os mais belos cantos em todas as línguas que a Igreja Católica eleva à Virgem Maria e que invadem o nosso Santuário”.
Para Dom Carlo, é difícil uma pessoa ser realmente cristã e não se tornar também um mariano. “Para ser cristão, é preciso saber dizer sim ao Senhor. A Virgem Maria é a criatura que diz um sim total, sempre, a Deus que a chama”.
Quando o trabalho deixa de ser uma benção para a família?
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'O maior trabalho que nós temos é o amor, amar e ser amado, essa é a essência do ser humano', destacou padre Wladimir
Nesta semana em que a Igreja celebra a Semana Nacional das Famílias, pais, mães e filhos católicos de todo o país têm uma oportunidade de repensar a realidade em que vivem. Nos dias de hoje, uma dessas questões é a extrema valorização financeira que se confere ao trabalho, esquecendo sua outra e principal dimensão: o trabalho é uma benção.
A importância financeira do trabalho para a família é indiscutível, uma vez que dele vem os recursos para que a família possa se manter. Para o assessor da Comissão Episcopal Pastoral para Vida e Família da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), padre Wladimir Porreca, a dificuldade aparece quando enxerga-se o trabalho apenas como fonte rentável.
“O grande problema que nós temos é que o trabalho foi colocado com uma dimensão de dinheiro, de ganho, de lucro, essa é a problemática maior que nós enfrentamos na modernidade. Por isso que o trabalho, às vezes, torna-se pesaroso, aquela condenação de que com o suor você vai ganhar o seu pão”, disse o padre.
Mas não foi essa a vontade de Deus quando Ele institui o trabalho ao homem. De acordo com o padre, o trabalho, no princípio, era entendido como uma benção, uma ordem do criador, mas à medida que a pessoa não coloca o trabalho a serviço do ser humano, isto dificulta os relacionamentos, de modo particular na família.
“O trabalho vai assumindo então uma posição que não é dele. Ao invés de ele estar a serviço, por exemplo, do ser humano, dos relacionamentos familiares, ele passa a ser o principal e todas as situações da família vão sendo condicionadas pelo trabalho, que é o que nós chamamos de ‘ditadura do trabalho’. Aí de fato o trabalho não se torna uma benção para a família, mas um meio de escravidão da própria família”.
Trabalho: imagem que se passa
Além das implicações para a convivência familiar, o padre atentou para a forma como os pais vão transmitir essa ideia de trabalho aos filhos. O presidente da referida Comissão, Dom João Carlos Petrini, já destacou algumas vezes que o homem se realiza no amor e no trabalho. Para padre Wladimir, a satisfação com o trabalho é, sem dúvida, um exemplo para que a criança entenda desde cedo o valor desta atividade.
“O maior trabalho que nós temos é o amor, amar e ser amado, essa é a essência do ser humano. A criança educada no sentido dos valores e o trabalho como um dos recursos para atingir o valor maior que é o amor, ele se torna uma benção muito grande”
No entanto, o padre explicou que se o trabalho é apresentado à criança como uma mera atividade para ganhar dinheiro, ele se transforma em um desafio que vai sendo tomado pelo egoísmo e individualismo. “Assim nós vamos perdendo essa dimensão bonita da construção do trabalho a serviço da pessoa humana”.
Família e trabalho, como conciliar?
Sendo um desafio, muitas pessoas se perguntam qual é a melhor maneira de conciliar as atividades familiares com as trabalhistas, de forma que ambas sejam fontes de alegria. Sobre essa questão, padre Wladimir recordou as palavras do Papa Bento XVI no VII Encontro Mundial das Famílias em Milão, realizado de 30 de maio a 3 de junho deste ano.
“Uma das famílias, na noite dos Testemunhos, perguntou isso ao Papa. Ele dizia que ambos, tanto pai quanto mãe, devem colocar o trabalho a serviço da família. Então ter esse cuidado de não entrar nessa busca frenética do ‘ter cada vez mais’, um consumismo que não tem limites”.
O padre acrescentou às palavras do Santo Padre o fato de que, na vida cotidiana, também é necessário reconhecer que, às vezes, é preferível ter menos recursos e mais relacionamentos. Muitos pais se preocupam em dar tudo de melhor para seus filhos, mas o mais importante, segundo o padre, nem sempre são os bens materiais.
“O melhor presente que um pai e uma mãe podem dar para seu filho são eles mesmos. É claro que os pais devem favorecer as condições necessárias, mas sem deixar de lado a primazia do relacionamento humano”.
A importância financeira do trabalho para a família é indiscutível, uma vez que dele vem os recursos para que a família possa se manter. Para o assessor da Comissão Episcopal Pastoral para Vida e Família da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), padre Wladimir Porreca, a dificuldade aparece quando enxerga-se o trabalho apenas como fonte rentável.
“O grande problema que nós temos é que o trabalho foi colocado com uma dimensão de dinheiro, de ganho, de lucro, essa é a problemática maior que nós enfrentamos na modernidade. Por isso que o trabalho, às vezes, torna-se pesaroso, aquela condenação de que com o suor você vai ganhar o seu pão”, disse o padre.
Mas não foi essa a vontade de Deus quando Ele institui o trabalho ao homem. De acordo com o padre, o trabalho, no princípio, era entendido como uma benção, uma ordem do criador, mas à medida que a pessoa não coloca o trabalho a serviço do ser humano, isto dificulta os relacionamentos, de modo particular na família.
“O trabalho vai assumindo então uma posição que não é dele. Ao invés de ele estar a serviço, por exemplo, do ser humano, dos relacionamentos familiares, ele passa a ser o principal e todas as situações da família vão sendo condicionadas pelo trabalho, que é o que nós chamamos de ‘ditadura do trabalho’. Aí de fato o trabalho não se torna uma benção para a família, mas um meio de escravidão da própria família”.
Trabalho: imagem que se passa
Além das implicações para a convivência familiar, o padre atentou para a forma como os pais vão transmitir essa ideia de trabalho aos filhos. O presidente da referida Comissão, Dom João Carlos Petrini, já destacou algumas vezes que o homem se realiza no amor e no trabalho. Para padre Wladimir, a satisfação com o trabalho é, sem dúvida, um exemplo para que a criança entenda desde cedo o valor desta atividade.
“O maior trabalho que nós temos é o amor, amar e ser amado, essa é a essência do ser humano. A criança educada no sentido dos valores e o trabalho como um dos recursos para atingir o valor maior que é o amor, ele se torna uma benção muito grande”
No entanto, o padre explicou que se o trabalho é apresentado à criança como uma mera atividade para ganhar dinheiro, ele se transforma em um desafio que vai sendo tomado pelo egoísmo e individualismo. “Assim nós vamos perdendo essa dimensão bonita da construção do trabalho a serviço da pessoa humana”.
Família e trabalho, como conciliar?
Sendo um desafio, muitas pessoas se perguntam qual é a melhor maneira de conciliar as atividades familiares com as trabalhistas, de forma que ambas sejam fontes de alegria. Sobre essa questão, padre Wladimir recordou as palavras do Papa Bento XVI no VII Encontro Mundial das Famílias em Milão, realizado de 30 de maio a 3 de junho deste ano.
“Uma das famílias, na noite dos Testemunhos, perguntou isso ao Papa. Ele dizia que ambos, tanto pai quanto mãe, devem colocar o trabalho a serviço da família. Então ter esse cuidado de não entrar nessa busca frenética do ‘ter cada vez mais’, um consumismo que não tem limites”.
O padre acrescentou às palavras do Santo Padre o fato de que, na vida cotidiana, também é necessário reconhecer que, às vezes, é preferível ter menos recursos e mais relacionamentos. Muitos pais se preocupam em dar tudo de melhor para seus filhos, mas o mais importante, segundo o padre, nem sempre são os bens materiais.
“O melhor presente que um pai e uma mãe podem dar para seu filho são eles mesmos. É claro que os pais devem favorecer as condições necessárias, mas sem deixar de lado a primazia do relacionamento humano”.
sábado, 11 de agosto de 2012
Igreja católica em Salvador promove novena por Irmã Dulce
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'Celebrar a festa da Bem-Aventurada Dulce é lembrar o seu testemunho de fé', destaca padre Alberto
Na próxima segunda-feira, 13, a Bem-Aventurada Beata Dulce dos Pobres recebe homenagens da Igreja Católica. Com o tema “A exemplo da Bem-Aventurada Dulce dos Pobres queremos reavivar nossa fé em Cristo”, o Santuário que leva seu nome promove um novenário até o dia 12 de agosto, com celebrações às 19h30. A Missa solene será às 10h, presidida pelo Arcebispo de Salvador e Primaz do Brasil, Dom Murilo Krieger.
Às 14h, o Padre Lázaro Muniz anima a Ciranda da Fé, seguida de adoração ao Santíssimo Sacramento. Já a Capelania das Obras Sociais Irmã Dulce iniciou sua programação no dia 1º de agosto e, até o dia 13, oferece visitas às relíquias do memorial e Celebrações Eucarísticas.
Para o responsável pela Igreja da Imaculada Conceição da Mãe de Deus, padre Alberto Montealegre, a ocasião é uma oportunidade para que as pessoas reflitam sobre o exemplo de vida cristã da beata.
“Celebrar a festa da Bem-Aventurada Dulce é lembrar o seu testemunho de fé, que nos questiona e nos convida a uma conversão para melhor seguirmos Jesus Cristo, nosso Salvador, e vivermos a nossa vocação de batizados à santidade”, afirmou padre Alberto.
Ainda de acordo com o sacerdote, a comunidade espera receber um número de participantes superior ao de 2011. “Por ser a segunda festa da Beata Dulce depois da beatificação, esta celebração já está virando uma tradição no coração religioso dos baianos. Creio que a festa deste ano servirá para sedimentarmos mais a devoção à Irmã Dulce no coração dos católicos, fazendo deste modo o seu exemplo de fé e amor mais conhecido pelos fiéis”, destacou. (CM-CNBB)
Às 14h, o Padre Lázaro Muniz anima a Ciranda da Fé, seguida de adoração ao Santíssimo Sacramento. Já a Capelania das Obras Sociais Irmã Dulce iniciou sua programação no dia 1º de agosto e, até o dia 13, oferece visitas às relíquias do memorial e Celebrações Eucarísticas.
Para o responsável pela Igreja da Imaculada Conceição da Mãe de Deus, padre Alberto Montealegre, a ocasião é uma oportunidade para que as pessoas reflitam sobre o exemplo de vida cristã da beata.
“Celebrar a festa da Bem-Aventurada Dulce é lembrar o seu testemunho de fé, que nos questiona e nos convida a uma conversão para melhor seguirmos Jesus Cristo, nosso Salvador, e vivermos a nossa vocação de batizados à santidade”, afirmou padre Alberto.
Ainda de acordo com o sacerdote, a comunidade espera receber um número de participantes superior ao de 2011. “Por ser a segunda festa da Beata Dulce depois da beatificação, esta celebração já está virando uma tradição no coração religioso dos baianos. Creio que a festa deste ano servirá para sedimentarmos mais a devoção à Irmã Dulce no coração dos católicos, fazendo deste modo o seu exemplo de fé e amor mais conhecido pelos fiéis”, destacou. (CM-CNBB)
Igreja inicia neste domingo Semana Nacional da Família
Divulgação

A Semana Nacional da Família deste ano será realizada de 12 a 18 de agosto
Começa neste domingo, 12, a Semana Nacional da Família 2012. A Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família convoca todos os filhos da Igreja para participar e motiva todos os agentes da Pastoral Familiar a celebrarem e promoverem o dom precioso da família, “patrimônio da humanidade”.
Seguindo o VII Encontro Mundial das Famílias, em Milão, a comissão sugere que seja trabalhado nos grupos familiares e comunitários, tanto na Semana Nacional da Família, como em outros períodos, o tema: 'A Família: o trabalho e a festa.'
A Semana Nacional da Família tem como objetivo geral promover, fortalecer e evangelizar a família. Essa evangelização se dá a partir de Jesus Cristo e na força do Espírito Santo, como Igreja discípula, missionária e profética, alimentada pela Palavra de Deus e pela Eucaristia, à luz da evangélica opção preferencial pelos pobres, para que todos tenham vida, (cf. Jo 10,10) rumo ao Reino definitivo (DGAE). Ela assume como desafio os mesmos objetivos da Pastoral Familiar, dentre eles:
- Formar agentes qualificados que transmitam os ensinamentos da Igreja com simplicidade, clareza e precisão, sem prescindir da compreensão e da caridade cristãs perante as diversas realidades vividas pelos casais, acolhendo toda e qualquer realidade familiar.
- Promover o fortalecimento dos laços familiares nos ensinamentos evangélicos e apontar caminhos para a solução das crises e dos problemas intrafamiliares de todo tipo.
- Incentivar o crescimento da espiritualidade familiar de diferentes maneiras, de tal modo que pais e filhos encontrem, no lar o ambiente mais propício para o desenvolvimento da sua vida crista.
- Unir esforços para que a família seja, de fato, um santuário da vida, valorizando o ser humano em todos os seus estágios, desde a concepção até a morte natural, contrapondo as leis que contrariam essa verdade natural.
- Despertar a família para sua missão sagrada, insubstituível e inalienável de educadora, de escola onde se aprendem e experimentam os valores humanos e evangélicos/religiosos.
- Motivar o sentido missionário da família, buscando todos os meios para sanar e fortificar esta “célula” básica da sociedade da qual deriva o vigor a todo o organismo social, podendo utilizar o recurso de Associações de Família.
- Oferecer contínuo apoio aos casais e famílias das comunidades e paróquias, e reaproximar as famílias afastadas da Igreja, promovendo a participação das famílias nos tempos litúrgicos mais importantes e igualmente suscitar reuniões de reflexão de subsídios especialmente preparados para esse fim e eventos celebrativos.
- Prosseguir na articulação e na busca de apoio dos integrantes dos Movimentos, Serviços e Institutos Familiares e de promoção e defesa da vida.
Todas as pessoas que acreditam e amam a família são convidadas a organizarem e participarem da Semana Nacional da Família, através de momentos de encontro e celebração, com a preocupação de promover o valor único e próprio da família.
Seguindo o VII Encontro Mundial das Famílias, em Milão, a comissão sugere que seja trabalhado nos grupos familiares e comunitários, tanto na Semana Nacional da Família, como em outros períodos, o tema: 'A Família: o trabalho e a festa.'
A Semana Nacional da Família tem como objetivo geral promover, fortalecer e evangelizar a família. Essa evangelização se dá a partir de Jesus Cristo e na força do Espírito Santo, como Igreja discípula, missionária e profética, alimentada pela Palavra de Deus e pela Eucaristia, à luz da evangélica opção preferencial pelos pobres, para que todos tenham vida, (cf. Jo 10,10) rumo ao Reino definitivo (DGAE). Ela assume como desafio os mesmos objetivos da Pastoral Familiar, dentre eles:
- Formar agentes qualificados que transmitam os ensinamentos da Igreja com simplicidade, clareza e precisão, sem prescindir da compreensão e da caridade cristãs perante as diversas realidades vividas pelos casais, acolhendo toda e qualquer realidade familiar.
- Promover o fortalecimento dos laços familiares nos ensinamentos evangélicos e apontar caminhos para a solução das crises e dos problemas intrafamiliares de todo tipo.
- Incentivar o crescimento da espiritualidade familiar de diferentes maneiras, de tal modo que pais e filhos encontrem, no lar o ambiente mais propício para o desenvolvimento da sua vida crista.
- Unir esforços para que a família seja, de fato, um santuário da vida, valorizando o ser humano em todos os seus estágios, desde a concepção até a morte natural, contrapondo as leis que contrariam essa verdade natural.
- Despertar a família para sua missão sagrada, insubstituível e inalienável de educadora, de escola onde se aprendem e experimentam os valores humanos e evangélicos/religiosos.
- Motivar o sentido missionário da família, buscando todos os meios para sanar e fortificar esta “célula” básica da sociedade da qual deriva o vigor a todo o organismo social, podendo utilizar o recurso de Associações de Família.
- Oferecer contínuo apoio aos casais e famílias das comunidades e paróquias, e reaproximar as famílias afastadas da Igreja, promovendo a participação das famílias nos tempos litúrgicos mais importantes e igualmente suscitar reuniões de reflexão de subsídios especialmente preparados para esse fim e eventos celebrativos.
- Prosseguir na articulação e na busca de apoio dos integrantes dos Movimentos, Serviços e Institutos Familiares e de promoção e defesa da vida.
Todas as pessoas que acreditam e amam a família são convidadas a organizarem e participarem da Semana Nacional da Família, através de momentos de encontro e celebração, com a preocupação de promover o valor único e próprio da família.
"Precisamos de uma fé preenchida de fidelidade inabalável em Deus"
Arquidiocese do Rio

O que precisamos urgentemente é de uma fé mais adulta, mais amadurecida, preenchida de uma fidelidade inabalável em Deus e sua Igreja, diz Dom Luiz
O Santo Padre Bento XVI proclamará o “Ano da Fé” com o intuito de suscitar na Igreja uma viva e justa comemoração dos 50 anos do Concílio Vaticano II e 20º aniversário de promulgação do Catecismo da Igreja Católica de João Paulo II.
Estes grandes momentos da Igreja foram marcantes e de grande envergadura para a nossa caminhada da fé. O Concílio Vaticano II, por exemplo, segundo as palavras de João XIII, quis “transmitir pura e íntegra a doutrina sem atenuações nem subterfúgios” empenhando-se para que “esta doutrina certa e imutável que deve ser fielmente explicitada, seja aprofundada e exposta de modo a responder à exigências de nosso tempo”. Já o Catecismo da Igreja Católica é considerado o “verdadeiro fruto do Concílio Vaticano II” (carta apostólica Porta Fidei). No Catecismo da Igreja Católica, encontramos a segura doutrina apresentada com profundidade e clareza. Existe, por conseguinte, na Igreja uma firme preocupação em facilitar o acesso deste subsídio precioso, principalmente, aos jovens que através do Catecismo devidamente preparado para eles, ou seja, o “YOUCAT” possam com sua atenta leitura se fortalecerem na vida de fé e adquirirem sólida formação para que, desta forma, sejam os propagadores e evangelizadores de outros jovens que ainda se encontram divididos e à procura de um caminho autêntico e seguro Àquele que é fonte inesgotável de salvação e vida.
O Ano da Fé será solenemente aberto no dia 11 de outubro do corrente ano, pelo Santo Padre Bento XVI. Nossa Arquidiocese também está se organizando de forma que possa aproveitar o máximo esta ocasião propícia para incentivar o povo de Deus na busca de uma autêntica fé, alicerçada por uma sólida e imprescindível formação. Aproveitaremos os momentos fortes da vida da Igreja ao longo do ano para chamar a atenção do nosso povo o quanto é importante conhecer e aprofundar os conteúdos da mensagem cristã. Para isso contamos com as iniciativas paroquiais de formação permanente dos fiéis. Contamos também com as Universidades Católicas que poderão contribuir com eventos formativos que levem a um diálogo frutuoso entre fé e razão, como também ajudando na elaboração de subsídios e outras formas de divulgação.
O que precisamos urgentemente é de uma fé mais adulta, mais amadurecida, preenchida de uma fidelidade inabalável em Deus e sua Igreja. Hoje, mais do que nunca, necessitamos de cristãos convictos para responder aos desafios de uma sociedade em que a cultura da morte se torna cada vez mais presente, como também o descaso com os valores morais. Devemos começar especialmente em nossa família eclesial. Precisamos de fiéis mais firmes em suas posturas, no sentido de abraçar a fé e traduzi-la na vida. Precisamos dar um basta nos “achismos” deletérios que confundem o povo de Deus ao considerar que é possível se dizer cristão católico e apoiar o divórcio, o aborto e outras questões graves que atentam contra a dignidade da vida humana. Contra esses ataques à solidez doutrinária e a comunhão de valores e ensinamentos temos a riqueza de tantos documentos magisteriais que muito auxiliam no sentido de dissipar quaisquer dúvidas que, porventura, possam estar penetrando em nossos corações, deixando-nos fragilizados em nossa vida de fé.
O Papa neste sentido vem em nosso auxílio com seus escritos. Destacamos a Carta Apostólica “Porta Fidei” que, certamente, será de grande utilidade para vivenciarmos adequadamente o Ano da Fé.
A abertura do Ano da Fé em nossa Arquidiocese será no Santuário Mariano de Nossa Senhora da Penha, no dia 13 de outubro às 09h. Maria, serva fiel e prudente, modelo de Fé, seja a guardiã de todas as atividades propostas ao longo do Ano da Fé. Peçamos também a ela que nossa Arquidiocese, desde já, abençoada com a perspectiva da JMJ, possa viver intensamente esse momento belíssimo de um testemunho de fé e adesão a Cristo cada vez mais forte e perseverante.
Estes grandes momentos da Igreja foram marcantes e de grande envergadura para a nossa caminhada da fé. O Concílio Vaticano II, por exemplo, segundo as palavras de João XIII, quis “transmitir pura e íntegra a doutrina sem atenuações nem subterfúgios” empenhando-se para que “esta doutrina certa e imutável que deve ser fielmente explicitada, seja aprofundada e exposta de modo a responder à exigências de nosso tempo”. Já o Catecismo da Igreja Católica é considerado o “verdadeiro fruto do Concílio Vaticano II” (carta apostólica Porta Fidei). No Catecismo da Igreja Católica, encontramos a segura doutrina apresentada com profundidade e clareza. Existe, por conseguinte, na Igreja uma firme preocupação em facilitar o acesso deste subsídio precioso, principalmente, aos jovens que através do Catecismo devidamente preparado para eles, ou seja, o “YOUCAT” possam com sua atenta leitura se fortalecerem na vida de fé e adquirirem sólida formação para que, desta forma, sejam os propagadores e evangelizadores de outros jovens que ainda se encontram divididos e à procura de um caminho autêntico e seguro Àquele que é fonte inesgotável de salvação e vida.
O Ano da Fé será solenemente aberto no dia 11 de outubro do corrente ano, pelo Santo Padre Bento XVI. Nossa Arquidiocese também está se organizando de forma que possa aproveitar o máximo esta ocasião propícia para incentivar o povo de Deus na busca de uma autêntica fé, alicerçada por uma sólida e imprescindível formação. Aproveitaremos os momentos fortes da vida da Igreja ao longo do ano para chamar a atenção do nosso povo o quanto é importante conhecer e aprofundar os conteúdos da mensagem cristã. Para isso contamos com as iniciativas paroquiais de formação permanente dos fiéis. Contamos também com as Universidades Católicas que poderão contribuir com eventos formativos que levem a um diálogo frutuoso entre fé e razão, como também ajudando na elaboração de subsídios e outras formas de divulgação.
O que precisamos urgentemente é de uma fé mais adulta, mais amadurecida, preenchida de uma fidelidade inabalável em Deus e sua Igreja. Hoje, mais do que nunca, necessitamos de cristãos convictos para responder aos desafios de uma sociedade em que a cultura da morte se torna cada vez mais presente, como também o descaso com os valores morais. Devemos começar especialmente em nossa família eclesial. Precisamos de fiéis mais firmes em suas posturas, no sentido de abraçar a fé e traduzi-la na vida. Precisamos dar um basta nos “achismos” deletérios que confundem o povo de Deus ao considerar que é possível se dizer cristão católico e apoiar o divórcio, o aborto e outras questões graves que atentam contra a dignidade da vida humana. Contra esses ataques à solidez doutrinária e a comunhão de valores e ensinamentos temos a riqueza de tantos documentos magisteriais que muito auxiliam no sentido de dissipar quaisquer dúvidas que, porventura, possam estar penetrando em nossos corações, deixando-nos fragilizados em nossa vida de fé.
O Papa neste sentido vem em nosso auxílio com seus escritos. Destacamos a Carta Apostólica “Porta Fidei” que, certamente, será de grande utilidade para vivenciarmos adequadamente o Ano da Fé.
A abertura do Ano da Fé em nossa Arquidiocese será no Santuário Mariano de Nossa Senhora da Penha, no dia 13 de outubro às 09h. Maria, serva fiel e prudente, modelo de Fé, seja a guardiã de todas as atividades propostas ao longo do Ano da Fé. Peçamos também a ela que nossa Arquidiocese, desde já, abençoada com a perspectiva da JMJ, possa viver intensamente esse momento belíssimo de um testemunho de fé e adesão a Cristo cada vez mais forte e perseverante.
Cristãos devem viver o contato pessoal com Deus, recorda Papa
Reuters

''Quero recordar para a nossa vida espiritual, a necessidade de encontrar diariamente momentos de oração com tranquilidade'', disse o Papa
Em Castel Gandolfo, o Papa Bento XVI recorreu à memória de São Domingos de Gusmão, sacerdote e fundador da Ordem dos Pregadores, para falar aos fiéis. O Pontífice destacou que, conforme lembrado pelo santo, todo cristão deve viver a oração, o contato pessoal com Deus em todas as dimensões da vida: família, trabalho, descanso e vida social.
O Papa destacou que só esse contato pessoal com Deus dá forças para a vida, em especial nos momentos mais difíceis. Ele lembrou que é importante os fiéis encontrarem um momento diário para fazer suas orações com tranquilidade.
“Devemos aproveitar este momento, especialmente durante as férias, para reservar um pouco de tempo para conversar com Deus. Será também uma maneira de ajudar aqueles que nos são mais próximos a entrar nos raios luminosos da presença de Deus, que traz a paz e o amor que todos nós precisamos.”
A vida de oração foi um dos aspectos essenciais da espiritualidade de São Domingos, conforme lembra o Santo Padre. “Sob a inspiração do Espírito Santo, progrediu no caminho da perfeição cristã. Em todos os momentos, a oração era a força que o renovava e tornava sempre mais fecunda a sua obra apostólica”.
Além desse exemplo de uma vida de oração, Bento XVI recordou as maneiras de orar de acordo com São Domingos. Cada uma dessas formas: em pé, ajoelhado e deitado no chão, “mas sempre com o olhar voltado para o Senhor Crucificado”, expressa uma atitude corporal e espiritual que podem favorecer os fiéis em seus momentos de oração.
“O ajoelhar-se, o permanecer em pé diante do Senhor, fixar o olhar no crucifixo, parar e se recolher em silêncio não são atitudes secundárias, mas nos ajudam a nos questionarmos interiormente, com toda a pessoa, em relação com Deus”
O Papa também destacou outros dois aspectos da vida do santo, que se referem a duas práticas de piedade que ele costumava viver.
“Antes de tudo, a meditação pessoal, em que a oração adquire uma dimensão ainda mais íntima, fervorosa e tranquilizante. Também a oração; enquanto viajava de um convento ao outro, recitava as Laudes, ao meio-dia, as Vésperas com os colegas e, cruzando os vales ou colinas, contemplava a beleza da criação”.
O Papa destacou que só esse contato pessoal com Deus dá forças para a vida, em especial nos momentos mais difíceis. Ele lembrou que é importante os fiéis encontrarem um momento diário para fazer suas orações com tranquilidade.
“Devemos aproveitar este momento, especialmente durante as férias, para reservar um pouco de tempo para conversar com Deus. Será também uma maneira de ajudar aqueles que nos são mais próximos a entrar nos raios luminosos da presença de Deus, que traz a paz e o amor que todos nós precisamos.”
A vida de oração foi um dos aspectos essenciais da espiritualidade de São Domingos, conforme lembra o Santo Padre. “Sob a inspiração do Espírito Santo, progrediu no caminho da perfeição cristã. Em todos os momentos, a oração era a força que o renovava e tornava sempre mais fecunda a sua obra apostólica”.
Além desse exemplo de uma vida de oração, Bento XVI recordou as maneiras de orar de acordo com São Domingos. Cada uma dessas formas: em pé, ajoelhado e deitado no chão, “mas sempre com o olhar voltado para o Senhor Crucificado”, expressa uma atitude corporal e espiritual que podem favorecer os fiéis em seus momentos de oração.
“O ajoelhar-se, o permanecer em pé diante do Senhor, fixar o olhar no crucifixo, parar e se recolher em silêncio não são atitudes secundárias, mas nos ajudam a nos questionarmos interiormente, com toda a pessoa, em relação com Deus”
O Papa também destacou outros dois aspectos da vida do santo, que se referem a duas práticas de piedade que ele costumava viver.
“Antes de tudo, a meditação pessoal, em que a oração adquire uma dimensão ainda mais íntima, fervorosa e tranquilizante. Também a oração; enquanto viajava de um convento ao outro, recitava as Laudes, ao meio-dia, as Vésperas com os colegas e, cruzando os vales ou colinas, contemplava a beleza da criação”.
"Papel do pai é pré-figurativo de Deus Pai", destaca padre
Arquivo

'A figura de São José é um exemplo a ser seguido em todos os sentidos para a família católica hoje', destacou padre Arlon
Amar, educar, orientar, repreender quando preciso. Para além do sustento da família, o pai desempenha papel fundamental no ambiente familiar. Este Dia dos Pais, comemorado pelos brasileiros neste domingo, 12, representa a oportunidade de celebrar a vida desses homens que assumem a missão divina de formar cidadãos novos para o mundo.
Quando opta pelo matrimônio, o homem deve estar ciente das funções que vai exercer além de ser marido, o que, para padre Arlon Costa, da comunidade Canção Nova, inclui a responsabilidade por toda a família.
“O papel do pai é pré-figurativo de Deus Pai, que nos ama, que cuida de nós, das nossas necessidades. O homem, quando se casa, ele se torna não só marido, mas responsável por sua família, seja pela esposa, seja pelos filhos”.
Mas nos dias atuais, nem todo filho tem a oportunidade de crescer com a presença dessa figura paterna. As mudanças na vivência da sexualidade e a independência cada vez maior do universo feminino são apenas algumas das características da sociedade atual que tornam cada vez mais comum a existência de famílias sem pai. Isso, para padre Arlon, tem reflexo total na sociedade.
“A falta dessa figura paterna causa a falta de uma referência de pai, que talvez na infância não seja percebida, porque isso vai ser suprido de alguma forma pela mãe, tios e parentes, mas terá um grande impacto na adolescência, quando a criança vai perceber e sentir essa ausência da figura paterna; do carinho, auxílio e educação do pai e isso vai acarretar consequências negativas no futuro daquele filho e daquela filha”.
São José, modelo de pai
Para os católicos, o grande modelo de pai é São José, patrono dos trabalhadores, da Igreja Universal, da justiça e também dos pais. Para falar da importância dessa figura religiosa, padre Arlon lembrou a passagem bíblica que relata a matança de crianças ordenada por Herodes e o importante papel desempenhado por São José nesta ocasião.
“O anjo aparece a São José, dizendo pra ele que Herodes queria matar as crianças e que ele fugisse com Nossa Senhora e com Jesus que tinha acabado de nascer. O anjo poderia aparecer a Nossa Senhora, a outra pessoa, mas veja que belo, o anjo aparece a José porque ele é o pai de família. José assume a proteção da família e foge para o Egito”.
O padre elencou ainda outras características de São José que podem ser herdadas pelos pais que buscam ser exemplo para seus filhos. Ele contou que José era um homem simples, trabalhador, carinhoso, orante e também muito íntimo de Deus.
“Um homem que sabia colher de Deus as respostas que ele precisava para a família e pra pessoa dele, um homem que amava profundamente Jesus, o seu filho, e tinha um grande amor por sua esposa, Nossa Senhora. A figura de São José é um exemplo a ser seguido em todos os sentidos para a família católica hoje”.
Com a palavra, o pai
Esse modelo de São José, além de ser ideal para a família, traz valores fundamentais para a caminhada ao longo da vida. Isso é o que pensa o vendedor aposentado Paulo Xavier Pereira, que é pai de três filhos.
Ele contou que sempre procurou vivenciar a religiosidade em sua família baseando-se na conduta de seus pais. O aposentado acredita que a figura paterna é muito importante para família e exige boa conduta, já que o pai vai ser um sinal na vida do filho.
“Eu, olhando para os procedimentos dos meus pais, comecei desde cedo a freqüentar a Igreja mediante a conduta deles, que sempre frequentaram. Então existe um peso muito grande quando o pai tem a sua religiosidade, procura as coisas de Deus, todo esse procedimento do pai tem uma influência muito grande sobre os filhos”, disse.
Paulo acredita que os filhos precisam se afirmar na vida e aquilo que o pai e a mãe buscam ao longo de sua trajetória deixa uma segurança para os filhos, uma “âncora para que eles, em suas decisões a serem tomadas, busquem sempre a firmeza dos procedimentos que vêm do pai”.
Partilhando sua experiência de pai, Paulo deixou ainda um conselho para os jovens garotos que, um dia, vão assumir essa mesma responsabilidade. “Que eles tenham uma experiência muito particular com Jesus, que é quem realmente dá segurança para eles. Que busquem nos pais, nos catequistas, na Igreja de uma maneira geral, na Palavra de Deus, no Evangelho e na religiosidade a força para que possam vencer as dificuldades”.
Quando opta pelo matrimônio, o homem deve estar ciente das funções que vai exercer além de ser marido, o que, para padre Arlon Costa, da comunidade Canção Nova, inclui a responsabilidade por toda a família.
“O papel do pai é pré-figurativo de Deus Pai, que nos ama, que cuida de nós, das nossas necessidades. O homem, quando se casa, ele se torna não só marido, mas responsável por sua família, seja pela esposa, seja pelos filhos”.
Mas nos dias atuais, nem todo filho tem a oportunidade de crescer com a presença dessa figura paterna. As mudanças na vivência da sexualidade e a independência cada vez maior do universo feminino são apenas algumas das características da sociedade atual que tornam cada vez mais comum a existência de famílias sem pai. Isso, para padre Arlon, tem reflexo total na sociedade.
“A falta dessa figura paterna causa a falta de uma referência de pai, que talvez na infância não seja percebida, porque isso vai ser suprido de alguma forma pela mãe, tios e parentes, mas terá um grande impacto na adolescência, quando a criança vai perceber e sentir essa ausência da figura paterna; do carinho, auxílio e educação do pai e isso vai acarretar consequências negativas no futuro daquele filho e daquela filha”.
São José, modelo de pai
Para os católicos, o grande modelo de pai é São José, patrono dos trabalhadores, da Igreja Universal, da justiça e também dos pais. Para falar da importância dessa figura religiosa, padre Arlon lembrou a passagem bíblica que relata a matança de crianças ordenada por Herodes e o importante papel desempenhado por São José nesta ocasião.
“O anjo aparece a São José, dizendo pra ele que Herodes queria matar as crianças e que ele fugisse com Nossa Senhora e com Jesus que tinha acabado de nascer. O anjo poderia aparecer a Nossa Senhora, a outra pessoa, mas veja que belo, o anjo aparece a José porque ele é o pai de família. José assume a proteção da família e foge para o Egito”.
O padre elencou ainda outras características de São José que podem ser herdadas pelos pais que buscam ser exemplo para seus filhos. Ele contou que José era um homem simples, trabalhador, carinhoso, orante e também muito íntimo de Deus.
“Um homem que sabia colher de Deus as respostas que ele precisava para a família e pra pessoa dele, um homem que amava profundamente Jesus, o seu filho, e tinha um grande amor por sua esposa, Nossa Senhora. A figura de São José é um exemplo a ser seguido em todos os sentidos para a família católica hoje”.
Com a palavra, o pai
Esse modelo de São José, além de ser ideal para a família, traz valores fundamentais para a caminhada ao longo da vida. Isso é o que pensa o vendedor aposentado Paulo Xavier Pereira, que é pai de três filhos.
Ele contou que sempre procurou vivenciar a religiosidade em sua família baseando-se na conduta de seus pais. O aposentado acredita que a figura paterna é muito importante para família e exige boa conduta, já que o pai vai ser um sinal na vida do filho.
“Eu, olhando para os procedimentos dos meus pais, comecei desde cedo a freqüentar a Igreja mediante a conduta deles, que sempre frequentaram. Então existe um peso muito grande quando o pai tem a sua religiosidade, procura as coisas de Deus, todo esse procedimento do pai tem uma influência muito grande sobre os filhos”, disse.
Paulo acredita que os filhos precisam se afirmar na vida e aquilo que o pai e a mãe buscam ao longo de sua trajetória deixa uma segurança para os filhos, uma “âncora para que eles, em suas decisões a serem tomadas, busquem sempre a firmeza dos procedimentos que vêm do pai”.
Partilhando sua experiência de pai, Paulo deixou ainda um conselho para os jovens garotos que, um dia, vão assumir essa mesma responsabilidade. “Que eles tenham uma experiência muito particular com Jesus, que é quem realmente dá segurança para eles. Que busquem nos pais, nos catequistas, na Igreja de uma maneira geral, na Palavra de Deus, no Evangelho e na religiosidade a força para que possam vencer as dificuldades”.
segunda-feira, 6 de agosto de 2012
Igreja recorda 34 anos da morte do Papa Paulo VI
Arquivo

Igreja celebra 34 anos da morte do Papa Paulo VI
A Igreja celebra nesta segunda-feira, 6, a festa da Transfiguração de Jesus. Uma celebração que desde 1978 está também associada à memória de Paulo VI, falecido neste dia, há 34 anos.
O Papa Bento XVI celebrou em Castelgandolfo uma missa nesta manhã e recordou os 34 anos da morte de Paulo VI. Às 17 horas locais, na Basílica Vaticana, o Cardeal Dionigi Tettamanzi presidirá uma Missa em recordação ao Papa. Na ocasião, estará presente uma delegação de Concesio (Brescia), país de origem de Paulo VI.
Em 1965, Paulo VI conclui o Concílio Vaticano II, iniciado por seu antecessor, João XXIII, que não viu a conclusão do Concílio, pois morreu em 3 de junho de 1963. O arcebispo de Milão, Giovanni Batista Montini (Papa Paulo VI) foi eleito três dias depois da morte do idealizador do Concílio e decidiu dar continuidade ao mesmo, algo que sinalizou durante primeiro discurso proferido pelo rádio, onde também retomou os objetivos principais do Vaticano II: definir mais precisamente o conceito de Igreja; a renovação da Igreja Católica; a recomposição da unidade entre todos os cristãos e o diálogo da Igreja com o Mundo Contemporâneo.
Além da evangelização, Paulo VI se dedicou também ao diálogo interreligioso. Faleceu em Castel Gandolfo, para onde partira já doente para exprimir sua proximidade espiritual aos cidadãos durante a Festa da Transfiguração do Senhor.
O Papa Bento XVI celebrou em Castelgandolfo uma missa nesta manhã e recordou os 34 anos da morte de Paulo VI. Às 17 horas locais, na Basílica Vaticana, o Cardeal Dionigi Tettamanzi presidirá uma Missa em recordação ao Papa. Na ocasião, estará presente uma delegação de Concesio (Brescia), país de origem de Paulo VI.
Em 1965, Paulo VI conclui o Concílio Vaticano II, iniciado por seu antecessor, João XXIII, que não viu a conclusão do Concílio, pois morreu em 3 de junho de 1963. O arcebispo de Milão, Giovanni Batista Montini (Papa Paulo VI) foi eleito três dias depois da morte do idealizador do Concílio e decidiu dar continuidade ao mesmo, algo que sinalizou durante primeiro discurso proferido pelo rádio, onde também retomou os objetivos principais do Vaticano II: definir mais precisamente o conceito de Igreja; a renovação da Igreja Católica; a recomposição da unidade entre todos os cristãos e o diálogo da Igreja com o Mundo Contemporâneo.
Além da evangelização, Paulo VI se dedicou também ao diálogo interreligioso. Faleceu em Castel Gandolfo, para onde partira já doente para exprimir sua proximidade espiritual aos cidadãos durante a Festa da Transfiguração do Senhor.
O centro da nossa existência é a fé em Jesus, diz Bento XVI
Reuters

O Senhor nos convida a não esquecer que, se é necessário preocuparmo-nos com o pão material, mais fundamental ainda é fazer crescer a relação com Ele
"O centro da existência, ou seja, aquilo que dá pleno sentido e firme esperança ao caminho tantas vezes difícil, é a fé em Jesus, é o encontro com Cristo". A afirmação foi dita pelo Papa Bento XVI no Angelus deste domingo, 5.
Centenas de pessoas foram até a residência apostólica de Castel Gandolfo, onde o Santo Padre passa um período de descanso, para acompanhar sua tradicional reflexão dominical.
O Papa comentou o Evangelho do dia (cf. Jo 6, 24-35), em que Jesus interpela a multidão pelo fato de O procurarem não por terem visto os sinais de Deus, mas apenas por terem sido saciados, com a multiplicação dos pães.
“Jesus quer ajudar as pessoas a não ficarem apenas no nível da satisfação imediata das próprias necessidades materiais, por muito importantes que sejam. Quer abrir a um horizonte da existência que não é simplesmente o das preocupações cotidianas do comer, do vestir, da carreira”, destacou Bento XVI.
As pessoas não compreendem o que Jesus lhes propõe. Pensam que lhes pede o cumprimento de qualquer preceito, para que o milagre continue. Mas a resposta de Jesus é: “a obra de Deus é que acrediteis naquele que ele enviou”.
“O centro da existência, ou seja, aquilo que dá pleno sentido e firme esperança ao caminho tantas vezes difícil, é a fé em Jesus, é o encontro com Cristo. Não se trata de seguir uma ideia, um projeto, mas de O encontrar como uma Pessoa viva, de deixar-se tomar totalmente por Ele e pelo seu Evangelho. Jesus convida a não nos determos no horizonte humano, mas a abrir-nos ao horizonte de Deus, ao horizonte da fé. Ele exige uma única obra: acolher o plano de Deus, isto é, ‘crer n’Aquele que Ele enviou’.”
Não é com a atividade humana que podemos “ganhar” Jesus, o verdadeiro pão que sacia a nossa fome de sentido, de verdade. Ele vem a nós apenas como dom do amor de Deus, como “obra de Deus”, que nos toca pedir e acolher.
“Caros amigos, nas nossas jornadas cheias de ocupações e de problemas, mas também nas de repouso e distensão, o Senhor nos convida a não esquecer que, se é necessário preocuparmo-nos com o pão material e com o retemperar das forças, mais fundamental ainda é fazer crescer a relação com Ele, reforçar a nossa fé n’Aquele que é o ‘pão da vida’, que enche o nosso desejo de verdade e amor”.
Centenas de pessoas foram até a residência apostólica de Castel Gandolfo, onde o Santo Padre passa um período de descanso, para acompanhar sua tradicional reflexão dominical.
O Papa comentou o Evangelho do dia (cf. Jo 6, 24-35), em que Jesus interpela a multidão pelo fato de O procurarem não por terem visto os sinais de Deus, mas apenas por terem sido saciados, com a multiplicação dos pães.
“Jesus quer ajudar as pessoas a não ficarem apenas no nível da satisfação imediata das próprias necessidades materiais, por muito importantes que sejam. Quer abrir a um horizonte da existência que não é simplesmente o das preocupações cotidianas do comer, do vestir, da carreira”, destacou Bento XVI.
As pessoas não compreendem o que Jesus lhes propõe. Pensam que lhes pede o cumprimento de qualquer preceito, para que o milagre continue. Mas a resposta de Jesus é: “a obra de Deus é que acrediteis naquele que ele enviou”.
“O centro da existência, ou seja, aquilo que dá pleno sentido e firme esperança ao caminho tantas vezes difícil, é a fé em Jesus, é o encontro com Cristo. Não se trata de seguir uma ideia, um projeto, mas de O encontrar como uma Pessoa viva, de deixar-se tomar totalmente por Ele e pelo seu Evangelho. Jesus convida a não nos determos no horizonte humano, mas a abrir-nos ao horizonte de Deus, ao horizonte da fé. Ele exige uma única obra: acolher o plano de Deus, isto é, ‘crer n’Aquele que Ele enviou’.”
Não é com a atividade humana que podemos “ganhar” Jesus, o verdadeiro pão que sacia a nossa fome de sentido, de verdade. Ele vem a nós apenas como dom do amor de Deus, como “obra de Deus”, que nos toca pedir e acolher.
“Caros amigos, nas nossas jornadas cheias de ocupações e de problemas, mas também nas de repouso e distensão, o Senhor nos convida a não esquecer que, se é necessário preocuparmo-nos com o pão material e com o retemperar das forças, mais fundamental ainda é fazer crescer a relação com Ele, reforçar a nossa fé n’Aquele que é o ‘pão da vida’, que enche o nosso desejo de verdade e amor”.
Bispo fala sobre sentido do sacerdócio
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Dom Pedro Brito Guimarães, presidente da Comissão para os Ministérios Ordenados e Vida Consagrada da CNBB
"Ser padre, somente padre e totalmente padre". A frase dita a Dom Pedro Brito Guimarães, presidente da Comissão para os Ministérios Ordenados e Vida Consagrada da CNBB, por seu pároco, quando ele pensava em ir ao seminário, continua servindo de alicerce para sua vocação. E é a experiência que ele, hoje como Arcebispo de Palmas (TO) continua passando para todos os que desejam ser padres ou aqueles que já o são.
Nesta semana, que a Igreja celebra a vocação dos Ministros Ordenados - bispos, padres e diáconos -, Dom Pedro afirma que só quem busca viver a dimensão dessa frase conseguirá vencer no seu ministério sacerdotal, pois a vida sacerdotal é muito bela, mas é exigente.
"Não dá para ser padre só nos momentos de alegria, mas é preciso sê-lo também nas noites difíceis, nos momentos de tribulação", destaca o arcebispo.
Acompanhar e fortalecer os que exercem o ministério é uma preocupação da Comissão para os Ministérios Ordenados, que tem desenvolvido um trabalho de formação permanente, aconselhamento e orientações para que os padres não se sintam desamparados diante das dificuldades encontradas.
"A vida é uma luta e quem vai vencer é aquele que tiver mais preparado", diz Dom Pedro.
O acompanhamento também é feito com aqueles que estão no seminário, entrando no processo de formação, para que não tenham uma visão superficial da vocação sacerdotal, mas consigam internalizá-la, se preparar bem para exercê-la.
Dom Pedro destaca ainda que a comunidade católica precisa "adotar" o padre que está em sua paróquia. "Os católicos não só cobrem e exijam a disponibilidade do sacerdote, mas tentem entender que nós somos humanos, temos coração, alma, somos frágeis, podemos adoecer... e a comunidade tem que nos adotar, na oração, rezando por nós".
Nesta semana, que a Igreja celebra a vocação dos Ministros Ordenados - bispos, padres e diáconos -, Dom Pedro afirma que só quem busca viver a dimensão dessa frase conseguirá vencer no seu ministério sacerdotal, pois a vida sacerdotal é muito bela, mas é exigente.
"Não dá para ser padre só nos momentos de alegria, mas é preciso sê-lo também nas noites difíceis, nos momentos de tribulação", destaca o arcebispo.
Acompanhar e fortalecer os que exercem o ministério é uma preocupação da Comissão para os Ministérios Ordenados, que tem desenvolvido um trabalho de formação permanente, aconselhamento e orientações para que os padres não se sintam desamparados diante das dificuldades encontradas.
"A vida é uma luta e quem vai vencer é aquele que tiver mais preparado", diz Dom Pedro.
O acompanhamento também é feito com aqueles que estão no seminário, entrando no processo de formação, para que não tenham uma visão superficial da vocação sacerdotal, mas consigam internalizá-la, se preparar bem para exercê-la.
Dom Pedro destaca ainda que a comunidade católica precisa "adotar" o padre que está em sua paróquia. "Os católicos não só cobrem e exijam a disponibilidade do sacerdote, mas tentem entender que nós somos humanos, temos coração, alma, somos frágeis, podemos adoecer... e a comunidade tem que nos adotar, na oração, rezando por nós".
Pastoreio
Segundo Dom Pedro, o "coração do ministério ordenado" está em cuidar e zelar por todas as pessoas que lhe são confiadas ao pastoreio.
Ele recorda que a missão do pastor está muito definida na Bíblia, tanto no Salmo 22, quanto no livro de Jeremias 23, que exorta os pastores que não cuidam das ovelhas, mas apenas de si mesmos, e também no Evangelho de João, capítulo 10, que fala sobre Jesus, o Bom Pastor, que dá a vida por suas ovelhas.
"A missão do pastor é cuidar do rebanho e para isso ele tem que conhecer o rebanho, se preocupar com ele, estar atento, vigilante. [...] O pastor na Igreja tem que reproduzir em sua vida as características do pastoreio de Cristo, dar a vida por suas ovelhas, amá-las, acima de tudo, e doar sua vida por elas", destaca o arcebispo.
Embora os ministros ordenados cuidem mais das pessoas, no âmbito espiritual, eles acabam cuidando delas por inteiro, o que engloba também as necessidades materiais. "Não é possível falar de Deus para uma pessoa morrendo de fome. Por isso a Igreja também trabalha com as pastorais sociais, para zelar pela pessoa como um todo", explica Dom Pedro.
O chamado
"Toda vocação representa uma resposta ao chamado de Deus. O Senhor chama todas as vocações por que ele ama a cada pessoa e a chama para uma missão específica, para um serviço", afirma o bispo.
Dom Pedro explica que o vocacionado, em geral, tem duas grandes missões: primeiramente estar com o Senhor, ouvir Suas palavras, e consequentemente, partir em missão, cuidar dos outros e ajudá-los a fazer a mesma experiência.
Na Igreja, quem faz bem esse papel são os ministros ordenados, disse o bispo. "Eles têm esse papel de ajudar na oração, no aconselhamento, na catequese, na maturação da vocação da pessoa, ministrar os sacramentos e evangelizar. Fundamentalmente é essa a missão do ministro ordenado. Alguém que represente Cristo e o ajude na divulgação do seu Evangelho".
Segundo Dom Pedro, o "coração do ministério ordenado" está em cuidar e zelar por todas as pessoas que lhe são confiadas ao pastoreio.
Ele recorda que a missão do pastor está muito definida na Bíblia, tanto no Salmo 22, quanto no livro de Jeremias 23, que exorta os pastores que não cuidam das ovelhas, mas apenas de si mesmos, e também no Evangelho de João, capítulo 10, que fala sobre Jesus, o Bom Pastor, que dá a vida por suas ovelhas.
"A missão do pastor é cuidar do rebanho e para isso ele tem que conhecer o rebanho, se preocupar com ele, estar atento, vigilante. [...] O pastor na Igreja tem que reproduzir em sua vida as características do pastoreio de Cristo, dar a vida por suas ovelhas, amá-las, acima de tudo, e doar sua vida por elas", destaca o arcebispo.
Embora os ministros ordenados cuidem mais das pessoas, no âmbito espiritual, eles acabam cuidando delas por inteiro, o que engloba também as necessidades materiais. "Não é possível falar de Deus para uma pessoa morrendo de fome. Por isso a Igreja também trabalha com as pastorais sociais, para zelar pela pessoa como um todo", explica Dom Pedro.
O chamado
"Toda vocação representa uma resposta ao chamado de Deus. O Senhor chama todas as vocações por que ele ama a cada pessoa e a chama para uma missão específica, para um serviço", afirma o bispo.
Dom Pedro explica que o vocacionado, em geral, tem duas grandes missões: primeiramente estar com o Senhor, ouvir Suas palavras, e consequentemente, partir em missão, cuidar dos outros e ajudá-los a fazer a mesma experiência.
Na Igreja, quem faz bem esse papel são os ministros ordenados, disse o bispo. "Eles têm esse papel de ajudar na oração, no aconselhamento, na catequese, na maturação da vocação da pessoa, ministrar os sacramentos e evangelizar. Fundamentalmente é essa a missão do ministro ordenado. Alguém que represente Cristo e o ajude na divulgação do seu Evangelho".
quinta-feira, 2 de agosto de 2012
Leve as pessoas a receber o derramamento do Espírito
Jesus voltará para restaurar todas as coisas. Ele precisa limpar este mundo. Retirar o trigo do meio do joio. Ele já esperou demais. Ele anseia pela hora de vir e buscar Sua Esposa: nós, Sua Igreja. Nestes tempos urgentes, de preparação da noiva para o “Esposo”, a evangelização que fazemos não pode ser uma evangelização qualquer. Não é contar historinhas ou simples reflexões. A grande graça, hoje, é dar o Espírito Santo. É levar as pessoas a receber o derramamento do Espírito, a graça que Jesus anunciou dizendo:
“Vós, é no Espírito que sereis batizados” (At 1,5).
Quem está cheio do Espírito Santo, deve levá-Lo para os outros. Uma vela acesa pode levar fogo para muitas outras. É assim que se passa o fogo. É assim que se passa o Espírito Santo de Deus! Essa é a missão que cabe a nós. Hoje a Igreja, que é a noiva, precisa urgentemente dessa graça. Ela acabou sendo acometida por doença, e o remédio eficaz que Deus lhe deu é o Espírito Santo; Ele precisa curar Sua noiva; é urgente libertá-la e prepará-la para o Esposo que está chegando.
Deus o abençoe!
Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova
“Vós, é no Espírito que sereis batizados” (At 1,5).
Quem está cheio do Espírito Santo, deve levá-Lo para os outros. Uma vela acesa pode levar fogo para muitas outras. É assim que se passa o fogo. É assim que se passa o Espírito Santo de Deus! Essa é a missão que cabe a nós. Hoje a Igreja, que é a noiva, precisa urgentemente dessa graça. Ela acabou sendo acometida por doença, e o remédio eficaz que Deus lhe deu é o Espírito Santo; Ele precisa curar Sua noiva; é urgente libertá-la e prepará-la para o Esposo que está chegando.
Deus o abençoe!
Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova
Pai Nosso: a oração dos filhos
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Jesus Cristo nos ensina a nos dirigirmos a Deus como Pai |
Com o Pai Nosso, Jesus Cristo nos ensina a nos dirigirmos a Deus como Pai: "Orar ao Pai é entrar em Seu mistério, tal como Ele é, e tal como o Filho no-lo revelou: “A expressão Deus Pai nunca fora revelada a ninguém. Quando o próprio Moisés perguntou a Deus quem Ele era, ouviu outro nome. A nós este nome foi revelado no Filho, pois este nome novo implica o novo do Pai” (Tertuliano, De oratione, 3)» (Catecismo, 2779).
Ao ensinar o Pai Nosso, Jesus revela também a Seus discípulos que eles foram feitos partícipes de Sua condição de Filho. Mediante a revelação desta oração, os discípulos descobrem uma especial participação deles na filiação divina, da qual São João dirá no prólogo de seu Evangelho: “A quantos acolheram-No (isto é, a quantos acolheram ao Verbo feito carne), Jesus deu o poder de chegar a ser filhos de Deus” (Jo 1,12). Por isso, com razão, rezam segundo seu ensino: Pai Nosso".
Jesus Cristo sempre distingue entre "meu Pai" e "vosso Pai" (cf.Jo 20,17). De fato, quando Ele reza, nunca diz Pai Nosso. Isto mostra que Sua relação com Deus é totalmente singular. Com a oração do Pai-Nosso, Jesus quer fazer conscientes Seus discípulos de sua condição de filhos de Deus, indicando, ao mesmo tempo, a diferença que há entre Sua filiação natural e nossa filiação divina adotiva, recebida como dom gratuito de Deus.
Ao ensinar o Pai Nosso, Jesus revela também a Seus discípulos que eles foram feitos partícipes de Sua condição de Filho. Mediante a revelação desta oração, os discípulos descobrem uma especial participação deles na filiação divina, da qual São João dirá no prólogo de seu Evangelho: “A quantos acolheram-No (isto é, a quantos acolheram ao Verbo feito carne), Jesus deu o poder de chegar a ser filhos de Deus” (Jo 1,12). Por isso, com razão, rezam segundo seu ensino: Pai Nosso".
Jesus Cristo sempre distingue entre "meu Pai" e "vosso Pai" (cf.Jo 20,17). De fato, quando Ele reza, nunca diz Pai Nosso. Isto mostra que Sua relação com Deus é totalmente singular. Com a oração do Pai-Nosso, Jesus quer fazer conscientes Seus discípulos de sua condição de filhos de Deus, indicando, ao mesmo tempo, a diferença que há entre Sua filiação natural e nossa filiação divina adotiva, recebida como dom gratuito de Deus.
A oração do cristão é a oração de um filho de Deus que se dirige a seu Pai com confiança filial, a qual "se expressa nas liturgias de Oriente e de Ocidente com a bela palavra, tipicamente cristã: 'parrhesia', simplicidade sem rodeios, confiança filial, segurança alegre, audácia humilde, certeza de ser amado (cfr. Ef 3, 12; Hb 3, 6; 4, 16; 10, 19; 1 Jo 2, 28; 3, 21; 5, 14)" (Catecismo, 2778). O vocábulo “parrhesia” indica, originalmente, o privilégio da liberdade de palavra do cidadão grego nas assembleias populares, e foi adotado pelos padres da Igreja para expressar o comportamento filial do cristão ante seu Deus. Ao chamar Deus como 'Pai Nosso', reconhecemos que a filiação divina nos une a Cristo, "primogênito entre muitos irmãos" (Rm 8, 29), por meio de uma verdadeira fraternidade sobrenatural. A Igreja é esta nova comunhão divina e dos homens (cf. Catecismo, 2790).
Por isso, a santidade cristã, ainda sendo pessoal e individual, nunca é individualista ou egocêntrica: "Se rezamos verdadeiramente ao nosso Pai, saímos do individualismo, pois o amor que acolhemos nos liberta. O adjetivo 'nosso', no começo da oração do Senhor, bem como o 'nós' dos quatro últimos pedidos, não exclui ninguém. Para que se diga em verdade (cfr.Mt 5, 23-24; 6, 14-16), devemos superar nossas divisões e oposições" (Catecismo, 2792).
A fraternidade, que estabelece a filiação divina, estende-se também a todos os homens, porque, em verdadeiro modo, todos são filhos de Deus —criaturas suas— e estão chamados à santidade: "Na terra, há apenas uma raça: a dos filhos de Deus". Por isso, o cristão tem de se sentir solidário na tarefa de conduzir toda a humanidade para Deus.
A filiação divina nos impulsiona ao apostolado, uma manifestação necessária de filiação e fraternidade: "Pense nos demais —antes que nada, nos que estão a Seu lado— como nos que são filhos de Deus, com toda a dignidade desse título maravilhoso".
Temos de nos portar como filhos de Deus com os filhos d'Ele: o nosso tem de ser um amor sacrificado, diário, feito de mil detalhes de entendimento, de sacrifício silencioso, de entrega que não se nota.
A fraternidade, que estabelece a filiação divina, estende-se também a todos os homens, porque, em verdadeiro modo, todos são filhos de Deus —criaturas suas— e estão chamados à santidade: "Na terra, há apenas uma raça: a dos filhos de Deus". Por isso, o cristão tem de se sentir solidário na tarefa de conduzir toda a humanidade para Deus.
A filiação divina nos impulsiona ao apostolado, uma manifestação necessária de filiação e fraternidade: "Pense nos demais —antes que nada, nos que estão a Seu lado— como nos que são filhos de Deus, com toda a dignidade desse título maravilhoso".
Temos de nos portar como filhos de Deus com os filhos d'Ele: o nosso tem de ser um amor sacrificado, diário, feito de mil detalhes de entendimento, de sacrifício silencioso, de entrega que não se nota.
Manuel Belda
Papa destaca importância da oração
TV Canção Nova

'Sempre devemos bater à porta do Senhor com confiança, sabendo que em tudo Ele cuida de seus filhos', disse o Papa na catequese desta quarta-feira
O Papa Bento XVI retomou nesta quarta-feira, 1º, o encontro semanal com os fiéis e peregrinos, a Audiência Geral. Na catequese, realizada ainda em Castel Gandolfo, onde o Papa passa umperíodo de descanso, o Pontífice lembrou Santo Afonso Maria de Ligório, ao qual se faz memória liturgica neste dia e que trouxe ensinamentos valiosos a respeito da oração. O Santo Padre enfatizou que, somente por meio da oração, é que os fiéis podem acolher a graça de Deus, que nos ilumina e nos torna capazes de exercer o bem.
Acesse
.: NA ÍNTEGRA: Catequese de Bento XVI – 01/08/2012
“Muitas vezes reconhecemos o bem, mas não somos capazes de fazê-lo. Com a oração, conseguimos realizá-lo. O discípulo do Senhor sabe que está sempre exposto à tentação e não deixa de pedir ajuda a Deus em oração, para vencê-la”, disse o Papa.
O Pontífice citou ainda a máxima famosa criada por Santo Afonso, “Quem reza se salva, quem não reza se condena” para fazer a humanidade entender como é real o risco dela se perder. De acordo com o Papa, Santo Afonso sempre enfatizou a importância da oração.
“Dizendo ainda que a oração é uma condição necessária, Santo Afonso queria dar a entender que em cada situação da vida não se pode fazer menos que rezar, especialmente nos momentos de provação e dificuldade. Sempre devemos bater à porta do Senhor com confiança, sabendo que em tudo Ele cuida de seus filhos, de nós”.
Por fim, Bento XVI mencionou que Santo Afonso também nos faz lembrar de como é essencial a relação com Deus. “A relação com Deus consiste em falar com Deus na oração pessoal diária e participação nos sacramentos, assim este relacionamento pode crescer em nós, pode crescer em nós a presença divina que conduz o nosso caminho, ilumina-o e o torna seguro e sereno, mesmo no meio de dificuldades e perigos”.
No fim da catequese, o Papa fez uma saudação aos peregrinos em várias línguas, incluindo os de língua portuguesa. "Com sentimentos de gratidão e estima, saúdo todos os peregrinos de língua portuguesa, nomeadamente o grupo de escuteiros de Alcobaça, invocando sobre os vossos passos a graça do encontro com Deus: Jesus Cristo é a Tenda divina no meio de nós; ide até Ele, vivei na sua graça e tereis a vida eterna. Desça sobre vós e vossas famílias a minha Bênção".
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.: NA ÍNTEGRA: Catequese de Bento XVI – 01/08/2012
“Muitas vezes reconhecemos o bem, mas não somos capazes de fazê-lo. Com a oração, conseguimos realizá-lo. O discípulo do Senhor sabe que está sempre exposto à tentação e não deixa de pedir ajuda a Deus em oração, para vencê-la”, disse o Papa.
O Pontífice citou ainda a máxima famosa criada por Santo Afonso, “Quem reza se salva, quem não reza se condena” para fazer a humanidade entender como é real o risco dela se perder. De acordo com o Papa, Santo Afonso sempre enfatizou a importância da oração.
“Dizendo ainda que a oração é uma condição necessária, Santo Afonso queria dar a entender que em cada situação da vida não se pode fazer menos que rezar, especialmente nos momentos de provação e dificuldade. Sempre devemos bater à porta do Senhor com confiança, sabendo que em tudo Ele cuida de seus filhos, de nós”.
Por fim, Bento XVI mencionou que Santo Afonso também nos faz lembrar de como é essencial a relação com Deus. “A relação com Deus consiste em falar com Deus na oração pessoal diária e participação nos sacramentos, assim este relacionamento pode crescer em nós, pode crescer em nós a presença divina que conduz o nosso caminho, ilumina-o e o torna seguro e sereno, mesmo no meio de dificuldades e perigos”.
No fim da catequese, o Papa fez uma saudação aos peregrinos em várias línguas, incluindo os de língua portuguesa. "Com sentimentos de gratidão e estima, saúdo todos os peregrinos de língua portuguesa, nomeadamente o grupo de escuteiros de Alcobaça, invocando sobre os vossos passos a graça do encontro com Deus: Jesus Cristo é a Tenda divina no meio de nós; ide até Ele, vivei na sua graça e tereis a vida eterna. Desça sobre vós e vossas famílias a minha Bênção".
domingo, 29 de julho de 2012
“Estamos de braços abertos como o Cristo Redentor", diz Dom Orani
Na abertura do evento “Preparai o Caminho”, nesta sexta-feira, 27, o arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Orani João Tempesta, declarou estar de “coração aberto e de braços estendidos como o Cristo Redentor”. O evento marca as comemorações para a contagem regressiva de um ano para a Jornada Mundial da Juventude (JMJ) 2013 e está sendo realizado no Maracanãzinho, na capital carioca, até domingo, 29.
A abertura foi feita ao som do violino de Allyrio Melo, que executou o Hino Nacional e Aquarela do Brasil. “A Jornada já começou”, decretou Dom Orani. “Agora é a nossa vez de receber a JMJ”.
Os voluntários também fizeram parte do show. Desfilaram com bandeiras de 150 países, acenderam velas ao som da música “Nova Geração”, mais conhecida como “No peito levo uma cruz”.
O ponto alto foi a celebração da missa, presidida pelo Núncio Apostólico no Brasil, Dom Giovanni d’Aniello, e concelebrada pelo arcebispo de Aparecida e Presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Cardeal Raymundo Damasceno Assis, pelo arcebispo do Rio, Dom Orani, pelo bispo auxiliar da arquidiocese de Campo Grande (MT) e presidente da Comissão Episcopal para a Juventude, Dom Eduardo Pinheiro, pelos demais bispos e sacerdotes presentes.
Em sua homilia, Dom Giovanni d’Aniello, convocou o público a dedicar a vida a Deus. “É preciso ter coragem, não se abater com as dificuldades da vida, pois Deus está conosco”, afirmou.
“Uma preparação como essa faz pensar e esperar que o próximo ano será extraordinário, o mais importante é a alegria desses jovens de estar com Deus e de viver com Ele, isso para mim é o mais importante, isso significa que eles estão felizes e estão com Deus”, acrescentou o Núncio Apostólico no Brasil.
Ao falar sobre a participação jovem nos eventos realizados desde que o Brasil foi anunciado sede da JMJ de 2013, Dom Eduardo disse que os jovens têm respondido de forma positiva aos trabalhos.
“A gente tem visto que os jovens estão respondendo de maneira brilhante e isso é uma motivação bastante forte pra que a gente tenha certeza de que a Jornada terá um grande efeito e um grande sucesso”, disse.
Neste sábado, 28, os jovens participarão do Momento Mariano, quando será apresentada a imagem de Nossa Senhora Aparecida e os jovens farão a consagração à Padroeira do Brasil. A missa das 9h será celebrada por Dom Raymundo Damasceno.
Na programação do evento, shows e momentos de oração e testemunho durante todo o sábado. A pré-jornada termina no domingo, 29, com missa presidida por Dom Orani. (BF com Rio2013.com e A12)
A abertura foi feita ao som do violino de Allyrio Melo, que executou o Hino Nacional e Aquarela do Brasil. “A Jornada já começou”, decretou Dom Orani. “Agora é a nossa vez de receber a JMJ”.
Os voluntários também fizeram parte do show. Desfilaram com bandeiras de 150 países, acenderam velas ao som da música “Nova Geração”, mais conhecida como “No peito levo uma cruz”.
O ponto alto foi a celebração da missa, presidida pelo Núncio Apostólico no Brasil, Dom Giovanni d’Aniello, e concelebrada pelo arcebispo de Aparecida e Presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Cardeal Raymundo Damasceno Assis, pelo arcebispo do Rio, Dom Orani, pelo bispo auxiliar da arquidiocese de Campo Grande (MT) e presidente da Comissão Episcopal para a Juventude, Dom Eduardo Pinheiro, pelos demais bispos e sacerdotes presentes.
Em sua homilia, Dom Giovanni d’Aniello, convocou o público a dedicar a vida a Deus. “É preciso ter coragem, não se abater com as dificuldades da vida, pois Deus está conosco”, afirmou.
“Uma preparação como essa faz pensar e esperar que o próximo ano será extraordinário, o mais importante é a alegria desses jovens de estar com Deus e de viver com Ele, isso para mim é o mais importante, isso significa que eles estão felizes e estão com Deus”, acrescentou o Núncio Apostólico no Brasil.
Ao falar sobre a participação jovem nos eventos realizados desde que o Brasil foi anunciado sede da JMJ de 2013, Dom Eduardo disse que os jovens têm respondido de forma positiva aos trabalhos.
“A gente tem visto que os jovens estão respondendo de maneira brilhante e isso é uma motivação bastante forte pra que a gente tenha certeza de que a Jornada terá um grande efeito e um grande sucesso”, disse.
Neste sábado, 28, os jovens participarão do Momento Mariano, quando será apresentada a imagem de Nossa Senhora Aparecida e os jovens farão a consagração à Padroeira do Brasil. A missa das 9h será celebrada por Dom Raymundo Damasceno.
Na programação do evento, shows e momentos de oração e testemunho durante todo o sábado. A pré-jornada termina no domingo, 29, com missa presidida por Dom Orani. (BF com Rio2013.com e A12)
Papa aguarda com esperança pela JMJ Rio 2013

O anúncio do Rio de Janeiro como cidade sede da 28º JMJ foi feito oficialmente no final da JMJ de Madri
Falta um ano para a 28ª Jornada Mundial da Juventude no Rio de Janeiro. “Trata-se de uma preciosa ocasião para tantos jovens experimentarem a alegria e a beleza de pertencer à Igreja e de viver a fé”, disse o Papa Bento XVI, neste domingo, 29, aos fiéis e peregrino reunidos no pátio do Palácio Apostólico de Castel Gandolfo.
O Santo Padre disse aguardar com esperança por este encontro com a juventude católica. Ele também quis encorajar e agradecer os organizadores que estão “empenhados com dedicação na preparação da acolhida dos jovens que de todo mundo farão parte deste importante evento”.
Bento XVI agradeceu de modo particular o Arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Orani João Tempesta.
Desde a sexta-feira, 27, acontece o evento “Preparai o Caminho” que marca a contagem regressiva para a JMJ 2013. O evento está sendo realizado no Maracanãzinho, na capital carioca, até este domingo, 29.
O Santo Padre disse aguardar com esperança por este encontro com a juventude católica. Ele também quis encorajar e agradecer os organizadores que estão “empenhados com dedicação na preparação da acolhida dos jovens que de todo mundo farão parte deste importante evento”.
Bento XVI agradeceu de modo particular o Arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Orani João Tempesta.
Desde a sexta-feira, 27, acontece o evento “Preparai o Caminho” que marca a contagem regressiva para a JMJ 2013. O evento está sendo realizado no Maracanãzinho, na capital carioca, até este domingo, 29.
NESTE DOMINGO DIA DE SANTA MARTA
Hoje lembramos a vida de Santa Marta, que tem seu testemunho gravado nas Sagradas Escrituras. Padres e teólogos encontram em Marta e sua irmã Maria, a figura da vida ativa (Marta) e contemplativa (Maria). O nome Marta vem do hebraico e significa "senhora".
No Evangelho, Santa Marta apresenta-se como modelo ativo de quem acolhe: "... Jesus entrou em uma aldeia e uma mulher chamada Marta o recebeu em sua casa" (Lc 10,38).
Esta não foi a única vez, já que é comprovada a grande amizade do Senhor para com Marta e seus irmãos, a ponto de Jesus chorar e reviver o irmão Lázaro.
A tradição nos diz que diante da perseguição dos judeus, Santa Marta, Maria e Lázaro, saíram de Bethânia e tiveram de ir para França, onde se dedicaram à evangelização. Santa Marta é considerada em particular como patrona das cozinheiras e sua devoção teve início na época das Cruzadas.
Santa Marta, rogai por nós!
"Eucaristia é encontro do homem com Deus", salienta Bento XVI

Bento XVI fez a proclamação do Angelus Domini da sacada do Palácio Apostólico de Castel Gandolfo
Na proclamação da oração mariana do Angelus, deste domingo, 29, o Papa Bento XVI falou sobre a Eucaristia, “permanente grande encontro do homem com Deus, no qual o Senhor se faz alimento, dá a Si mesmo para nos transformar Nele”.
O Santo Padre salientou que Cristo é quem sacia a fome do homem, a fome de algo profundo, a fome de orientação, de sentido, de verdade, a fome de Deus.
“Queridos irmãos e irmãs, peçamos ao Senhor que nos faça redescobrir a importância de nos nutrir do corpo de Cristo, participando fielmente e com grande consciência da Eucaristia, para estarmos sempre mais intimamente unidos a Ele”, disse Bento XVI.
Ao mesmo tempo, o Pontífice pediu que todos rezassem para que jamais falte a ninguém o pão necessário para uma vida digna e sejam abatidas as desigualdades não com as armas da violência, mas com a compartilha e o amor.
Aos fiéis e peregrinos reunidos no pátio do Palácio Apostólico de Castel Gandolfo, o Papa falou também sobre o milagre da multiplicação dos pães, descrito no capítulo 6º do Evangelho de João. Nesta passagem, vem destaca também a presença de um garoto, que, diante da dificuldade de alimentar tanta gente, coloca em comum o pouco que tinha: cinco pães e dois peixes (cfr Jo 6,8).
“O milagre não se realiza do nada, mas de uma primeira e modesta partilha daquilo que um simples garoto tinha consigo. Jesus não nos pede aquilo que não temos, mas nos faz ver que se cada um oferece aquele pouco que tem, o milagre pode sempre acontecer: Deus é capaz de multiplicar o nosso pequeno gesto de amor e nos tornar participantes do seu dom”, destacou Bento XVI.
O Santo Padre salientou que Cristo é quem sacia a fome do homem, a fome de algo profundo, a fome de orientação, de sentido, de verdade, a fome de Deus.
“Queridos irmãos e irmãs, peçamos ao Senhor que nos faça redescobrir a importância de nos nutrir do corpo de Cristo, participando fielmente e com grande consciência da Eucaristia, para estarmos sempre mais intimamente unidos a Ele”, disse Bento XVI.
Ao mesmo tempo, o Pontífice pediu que todos rezassem para que jamais falte a ninguém o pão necessário para uma vida digna e sejam abatidas as desigualdades não com as armas da violência, mas com a compartilha e o amor.
Aos fiéis e peregrinos reunidos no pátio do Palácio Apostólico de Castel Gandolfo, o Papa falou também sobre o milagre da multiplicação dos pães, descrito no capítulo 6º do Evangelho de João. Nesta passagem, vem destaca também a presença de um garoto, que, diante da dificuldade de alimentar tanta gente, coloca em comum o pouco que tinha: cinco pães e dois peixes (cfr Jo 6,8).
“O milagre não se realiza do nada, mas de uma primeira e modesta partilha daquilo que um simples garoto tinha consigo. Jesus não nos pede aquilo que não temos, mas nos faz ver que se cada um oferece aquele pouco que tem, o milagre pode sempre acontecer: Deus é capaz de multiplicar o nosso pequeno gesto de amor e nos tornar participantes do seu dom”, destacou Bento XVI.
sexta-feira, 20 de julho de 2012
Testemunhar a fé em Jesus requer coragem e ousadia
Devemos dar a nossa contribuição à Igreja. Devemos ser vasos de barro que levam à Igreja o vinho novo: o vinho do Espírito Santo. O vinho dos carismas, para que toda a Igreja beba e fique cheia do Espírito Santo. Esse é o desejo do Senhor: “Não vos embriagueis com vinho – pois isso leva ao descontrole –, mas enchei-vos do Espírito” (Ef 5,18).
Igreja do Brasil, enche-te do Espírito Santo! É assim que o Senhor fará novas todas as coisas! Amém! “Mas recebereis o poder do Espírito Santo que virá sobre vós, para serdes minhas testemunhas em Jerusalém, por toda a Judeia e Samaria, e até os confins da terra” (At 1,8).
No momento atual e nos tempos difíceis que se aproximam, necessitamos do poder do Espírito Santo para continuar testemunhando Jesus e não arrefecer. Como no início da Igreja, os cristãos, hoje, estão na mesma encruzilhada: ser cristão e testemunhar a fé em Jesus requerem força, coragem, ousadia.
Deus o abençoe!
Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova
Igreja do Brasil, enche-te do Espírito Santo! É assim que o Senhor fará novas todas as coisas! Amém! “Mas recebereis o poder do Espírito Santo que virá sobre vós, para serdes minhas testemunhas em Jerusalém, por toda a Judeia e Samaria, e até os confins da terra” (At 1,8).
No momento atual e nos tempos difíceis que se aproximam, necessitamos do poder do Espírito Santo para continuar testemunhando Jesus e não arrefecer. Como no início da Igreja, os cristãos, hoje, estão na mesma encruzilhada: ser cristão e testemunhar a fé em Jesus requerem força, coragem, ousadia.
Deus o abençoe!
Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova
quinta-feira, 19 de julho de 2012
Projeto de Saúde no Haiti homenageia Dra. Zilda Arns
Arquivo

A médica Zilda Arns foi a fundadora da Pastoral da Criança
O Ministério da Saúde inaugurou nessa quarta-feira, 18, em Porto Príncipe, capital do Haiti, o “Espaço de Saúde Zilda Arns”, em homenagem à médica e fundadora da Pastoral da Criança, quemorreu no terremoto que atingiu o país em janeiro de 2010.
O espaço vem abrigando as reuniões das equipes técnicas do Ministério da Saúde, da Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) e das universidades federais do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina que atuam permanentemente no país. As atividades fazem parte da cooperação em saúde firmada entre os governos do Brasil, do Haiti e de Cuba que promove diversas ações para fortalecer o sistema de saúde haitiano.
O coordenador da Pastoral da Criança Internacional, Nelson Arns Neumann, e a Irmã Rosangela Altoé participaram da solenidade de inauguração, assim como autoridades dos governos haitiano e cubano.
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, destaca o importante papel que Zilda Arns desempenhou no âmbito da saúde da criança, dentro e fora do país. “A inauguração deste espaço de saúde é uma homenagem e reconhecimento da relevância das atividades desenvolvidas no campo da saúde no Haiti por Zilda Arns”, declarou.
O espaço vem abrigando as reuniões das equipes técnicas do Ministério da Saúde, da Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) e das universidades federais do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina que atuam permanentemente no país. As atividades fazem parte da cooperação em saúde firmada entre os governos do Brasil, do Haiti e de Cuba que promove diversas ações para fortalecer o sistema de saúde haitiano.
O coordenador da Pastoral da Criança Internacional, Nelson Arns Neumann, e a Irmã Rosangela Altoé participaram da solenidade de inauguração, assim como autoridades dos governos haitiano e cubano.
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, destaca o importante papel que Zilda Arns desempenhou no âmbito da saúde da criança, dentro e fora do país. “A inauguração deste espaço de saúde é uma homenagem e reconhecimento da relevância das atividades desenvolvidas no campo da saúde no Haiti por Zilda Arns”, declarou.
A obra da Igreja e de Cristo progride sempre, diz Bento XVI
Arquivo Reuters

Papa saúde fiéis presentes em Castel Gandolfo para o Angelus
Após celebrar a Santa Missa na cidade de Frascati, neste domingo, 15, o Papa Bento XVI retornou a Castel Gandolfo para a oração do Angelus junto aos fiéis que o aguardavam no pátio da residência apostólica.
"A obra de Cristo e da Igreja jamais regride, mas sempre progride", foi a sua mensagem antes da recitação da oração mariana, inspirada pelaliturgia deste domingo e pela memória que a Igreja faz, nesta data, de São Boaventura, o sucessor de São Francisco na condução da Ordem dos Frades Menores.
Jamais para trás, sempre para frente. A obra da salvação trazida por Cristo dois mil anos atrás aos homens pode ser lida retrospectivamente como história, mas jamais registrará uma regressão, porque aquilo que é de Cristo é progressão contínua.
Bento XVI adquire essa certeza em São Paulo, que na Carta aos Efésios, proclamada na liturgia deste domingo em todas as Missas, oferece uma síntese extraordinária "em quatro passagens" daquele "desígnio de bênção" que Deus – explicou – derramou sobre a humanidade com a vinda de Cristo.
"Nele" – escreve o Apóstolo dos Gentios – "ele nos escolheu antes da fundação do mundo", "Nele" fomos redimidos, "Nele" nos tornamos herdeiros, "Nele" quem crê no Evangelho recebe o "sigilo do Espírito Santo":
"Este hino paulino contém a visão da história que São Boaventura contribuiu para difundir na Igreja: toda a história tem como centro Cristo, o qual assegura também novidade e renovação em todo tempo. Em Jesus, Deus disse e deu tudo, mas como Ele é um tesouro inexorável, o Espírito Santo jamais deixa de revelar e de atualizar o seu mistério. Por isso a obra de Cristo e da Igreja jamais regride, mas sempre progride."
Essa visão de Cristo como "centro inspirador" da história foi um ponto nodal também da teologia de São Boaventura, cuja memória a Igreja celebra em seu calendário litúrgico em 15 de julho.
Na alocução que precedeu a oração dominical, o Papa recordou que com a morte de São Francisco foi São Boaventura o sucessor dele na condução dos Frades.
Foi também ele quem escreveu a primeira biografia de São Francisco, e foi também São Boaventura, nos últimos anos de sua vida, a transferir-se como bispo para a Diocese de Albano, da qual faz parte Castel Gandolfo:
"Numa carta, Boaventura escreve: 'confesso diante de Deus que a razão que mais me fez amar a vida do beato Francisco é que ela se assemelha ao início e ao crescimento da Igreja' (...) Francisco de Assis, após a sua conversão, praticou ao pé da letra esse Evangelho, tornando-se uma fidelíssima testemunha de Jesus; e associado de modo singular ao mistério da Cruz, foi transformado num 'outro Cristo', como o próprio São Boaventura o apresenta."
Nossa Senhora do Carmo
No momento das saudações conclusivas, feitas em seis línguas aos diferentes grupos de fiéis e peregrinos reunidos no pátio interno da residência pontifícia de Castel Gandolfo, Bento XVI, que pouco antes recordara outra memória litúrgica, a desta segunda-feira dedicada a Nossa Senhora do Carmo, ressaltou em polonês outro apelativo de "Mãe de Deus do Escapulário", com a qual é recordada a Virgem do Carmelo, e acrescentou:
"João Paulo II carregava consigo o sinal de sua consagração pessoal a Nossa Senhora do Carmo, o escapulário, que tanto estimava. A todos os seus compatriotas – na Polônia, no mundo, a todos vocês aqui presentes hoje em Castel Gandolfo – que Maria, a melhor das mães, os envolva com o seu manto na luta contra o mal, interceda no pedido de graças, e lhes mostre os caminhos que levam a Deus."
Aos brasileiros
Entre os peregrinos presentes, encontrava-se também um grupo de brasileiros, aos quais o Santo Padre fez a seguinte saudação:
“Dirijo agora uma saudação especial para os peregrinos de língua portuguesa, nomeadamente para os fiéis da Paróquia São José, de Bragança Paulista e para o grupo de Apóstolas do Sagrado Coração de Jesus, acompanhadas de professores de escolas brasileiras. Agradecido pela amizade e orações, sobre todos invoco os dons do Espírito Santo para serem verdadeiras testemunhas de Cristo no meio das respectivas famílias e comunidades, que de coração abençoo".
"A obra de Cristo e da Igreja jamais regride, mas sempre progride", foi a sua mensagem antes da recitação da oração mariana, inspirada pelaliturgia deste domingo e pela memória que a Igreja faz, nesta data, de São Boaventura, o sucessor de São Francisco na condução da Ordem dos Frades Menores.
Jamais para trás, sempre para frente. A obra da salvação trazida por Cristo dois mil anos atrás aos homens pode ser lida retrospectivamente como história, mas jamais registrará uma regressão, porque aquilo que é de Cristo é progressão contínua.
Bento XVI adquire essa certeza em São Paulo, que na Carta aos Efésios, proclamada na liturgia deste domingo em todas as Missas, oferece uma síntese extraordinária "em quatro passagens" daquele "desígnio de bênção" que Deus – explicou – derramou sobre a humanidade com a vinda de Cristo.
"Nele" – escreve o Apóstolo dos Gentios – "ele nos escolheu antes da fundação do mundo", "Nele" fomos redimidos, "Nele" nos tornamos herdeiros, "Nele" quem crê no Evangelho recebe o "sigilo do Espírito Santo":
"Este hino paulino contém a visão da história que São Boaventura contribuiu para difundir na Igreja: toda a história tem como centro Cristo, o qual assegura também novidade e renovação em todo tempo. Em Jesus, Deus disse e deu tudo, mas como Ele é um tesouro inexorável, o Espírito Santo jamais deixa de revelar e de atualizar o seu mistério. Por isso a obra de Cristo e da Igreja jamais regride, mas sempre progride."
Essa visão de Cristo como "centro inspirador" da história foi um ponto nodal também da teologia de São Boaventura, cuja memória a Igreja celebra em seu calendário litúrgico em 15 de julho.
Na alocução que precedeu a oração dominical, o Papa recordou que com a morte de São Francisco foi São Boaventura o sucessor dele na condução dos Frades.
Foi também ele quem escreveu a primeira biografia de São Francisco, e foi também São Boaventura, nos últimos anos de sua vida, a transferir-se como bispo para a Diocese de Albano, da qual faz parte Castel Gandolfo:
"Numa carta, Boaventura escreve: 'confesso diante de Deus que a razão que mais me fez amar a vida do beato Francisco é que ela se assemelha ao início e ao crescimento da Igreja' (...) Francisco de Assis, após a sua conversão, praticou ao pé da letra esse Evangelho, tornando-se uma fidelíssima testemunha de Jesus; e associado de modo singular ao mistério da Cruz, foi transformado num 'outro Cristo', como o próprio São Boaventura o apresenta."
Nossa Senhora do Carmo
No momento das saudações conclusivas, feitas em seis línguas aos diferentes grupos de fiéis e peregrinos reunidos no pátio interno da residência pontifícia de Castel Gandolfo, Bento XVI, que pouco antes recordara outra memória litúrgica, a desta segunda-feira dedicada a Nossa Senhora do Carmo, ressaltou em polonês outro apelativo de "Mãe de Deus do Escapulário", com a qual é recordada a Virgem do Carmelo, e acrescentou:
"João Paulo II carregava consigo o sinal de sua consagração pessoal a Nossa Senhora do Carmo, o escapulário, que tanto estimava. A todos os seus compatriotas – na Polônia, no mundo, a todos vocês aqui presentes hoje em Castel Gandolfo – que Maria, a melhor das mães, os envolva com o seu manto na luta contra o mal, interceda no pedido de graças, e lhes mostre os caminhos que levam a Deus."
Aos brasileiros
Entre os peregrinos presentes, encontrava-se também um grupo de brasileiros, aos quais o Santo Padre fez a seguinte saudação:
“Dirijo agora uma saudação especial para os peregrinos de língua portuguesa, nomeadamente para os fiéis da Paróquia São José, de Bragança Paulista e para o grupo de Apóstolas do Sagrado Coração de Jesus, acompanhadas de professores de escolas brasileiras. Agradecido pela amizade e orações, sobre todos invoco os dons do Espírito Santo para serem verdadeiras testemunhas de Cristo no meio das respectivas famílias e comunidades, que de coração abençoo".
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