No Dia 30 De Novenbro De 1990,Foi Fundado Em Ilheus,Pelo Frei Cezar Borges,o ENEUC( Encontro Eucarístico Com Crianças ).
domingo, 15 de julho de 2012
Oração Oficial da JMJ Rio 2013 é apresentada aos jovens
Na noite desta sexta-feira, 13, jovens do mundo inteiro, em especial os cariocas, puderam conhecer a Oração Oficial da Jornada Mundial da Juventude (JMJ Rio2013). Os jovens estiveram reunidos no Centro da capital carioca para testemunharem sua alegria e vida de oração para a sociedade. Junto com eles, o arcebispo do Rio, Dom Orani João Tempesta, rezou, louvou, adorou e agradeceu a Deus por mais esta graça de poder ter uma oração que possibilitará a unidade e a intercessão de todo o povo de Deus em favor da JMJ Rio2013.
Dom Orani, que também é Presidente do Comitê Organizador Local da Jornada (COL), anunciou a Oração Oficial da JMJ Rio2013 após uma Missa realizada no Largo da Carioca, no Centro da cidade. Além disso, o arcebispo enviou uma mensagem fraterna a todos os bispos do Brasil animando-os e convidando-os a promover a utilização da oração em suas dioceses em todas as missas dominicais, nos espaços em que os padres acharem oportunos.
Acesse
.: Baixe o folheto com a oração da JMJ
“Pensar na Jornada Mundial da Juventude é pensar numa realidade próxima e de grande impacto na vida dos nossos jovens e de toda a Igreja no Brasil. Para isso, sabemos que o caminho mais seguro nesta construção, é a oração. A Jornada, primeiramente, só é possível por meio das nossas orações e constante entrega a Deus, oferecendo todos os nossos sacrifícios diários, por amor a Deus e em prol dos frutos do evento”, afirmou Dom Orani em sua mensagem.
Logo após o anúncio, os jovens saíram em procissão com 375 velas pelas ruas do Centro da Cidade, até a Igreja de Sant’Ana (Praça Cardeal Leme,11), Santuário de Adoração Perpétua, onde participaram da Vigília dos Jovens Adoradores até às 6h de sábado, 14. Em sua 9ª edição, a Vigília dos Jovens Adoradores desta vez teve como lema “Eu vim para que tenham vida e a tenham plenamente” (Jo 10,10), o mesmo da JMJ de 1993 em Denver, nos Estados Unidos.
Conheça a Oração Oficial da Jornada Mundial da Juventude (JMJ Rio2013):
Ó Pai, enviaste o Teu Filho Eterno para salvar o mundo e escolheste
homens e mulheres para que, por Ele, com Ele e nEle proclamassem a
Boa-Nova a todas as nações. Concede as graças necessárias para que
brilhe no rosto de todos os jovens a alegria de serem, pela força do
Espírito, os evangelizadores de que a Igreja precisa no Terceiro Milênio.
Ó Cristo, Redentor da humanidade, Tua imagem de braços abertos no alto
do Corcovado acolhe todos os povos. Em Tua oferta pascal, nos
conduziste pelo Espírito Santo ao encontro filial com o Pai. Os
jovens, que se alimentam da Eucaristia, Te ouvem na Palavra e Te
encontram no irmão, necessitam de Tua infinita misericórdia, para
percorrer os caminhos do mundo como discípulos-missionários da nova
evangelização.
Ó Espírito Santo, Amor do Pai e do Filho, com o esplendor da Tua
Verdade e com o fogo do Teu Amor, envia Tua Luz sobre todos os jovens
para que, impulsionados pela Jornada Mundial da Juventude, levem aos
quatro cantos do mundo a fé, a esperança e a caridade, tornando-se
grandes construtores da cultura da vida e da paz e os protagonistas de
um mundo novo.
Amém!
Missão inclui anúncio da Palavra de Deus e caridade, diz Papa
Reuters

Papa celebrou uma Missa, neste domingo, 15, em frente a Catedral de Frascati
O Papa Bento XVI deslocou-se na manhã deste domingo, 15, à cidade de Frascati, situada nas proximidades de Castel Gandolfo, para celebrar a Santa Missa, na praça diante da Catedral.
Na homilia, Bento XVI comentou passo a passo as Leituras da Missa. Começando pelo Evangelho, recordou como Jesus toma a iniciativa de “enviar” os doze Apóstolos. “Apóstolo” significa precisamente “enviado”. Desde o princípio Jesus quer envolver os doze na sua ação: uma espécie de tempo de “prática”, em vista da grande responsabilidade que os aguarda.
Esse chamado de Jesus exprime o seu amor: “Ele não desdenha a ajuda que outros homens possam dar à sua obra. Conhece os limites deles, as suas fraquezas, mas não os despreza, pelo contrário, confere-lhes a dignidade de serem seus enviados”, explicou.
Por sua vez a primeira leitura, mostra que os enviados de Deus não são bem acolhidos. Foi o que aconteceu com o profeta Amós. Apesar da recusa daqueles a quem é enviado, o profeta – que sabe não ter sido ele a escolher a sua missão – continua a profetizar, não obstante tudo.
No Evangelho Jesus também adverte os doze de que poderão ser recusados, em qualquer parte, indicando-lhes como comportar-se se tal acontecer. Para além da pregação, devem preocupar-se com os doentes. “A missão apostólica deve sempre incluir os dois aspetos: pregação da Palavra de Deus e manifestação da sua bondade com gestos de caridade, serviço e dedicação”.
Não faltou uma referência à segunda Leitura, da carta aos Efésios, que nos mostra a fecundidade da missão dos Apóstolos. De fato, Paulo dá graças a Deus, que nos abençoou com toda a bênção espiritual, em Cristo.
Bento XVI deu também ele graças a Deus por esta oportunidade de se deslocar a Frascati para ali anunciar a palavra da salvação, e congratulou-se com o empenho da diocese na formação, antes de mais na formação dos formadores: “Foi precisamente o que fez Jesus com os seus discípulos: instruiu-os, preparou-os, formou-os também mediante uma “fase de prática” missionária, para se tornarem capazes de assumir a responsabilidade apostólica na Igreja. Na comunidade cristã, é sempre este o primeiro serviço que os responsáveis oferecem.”
Frascati é uma das sete dioceses chamadas “sub-urbicárias”, dos arredores da Urbe – Roma, às quais correspondem os “títulos” dos cardeais de maior relevo. Atual “titular” de Frascati é o Cardeal Tarcísio Bertone, Secretário de Estado do Vaticano.
Com uma superfície de 220 Km2, a diocese de Frascati conta 123 mil habitantes e 24 paróquias. O atual bispo, Dom Rafael Martinelli, é bem conhecido de Bento XVI, do qual foi colaborador ao longo de 23 anos na Congregação para a Doutrina da Fé e que o ordenou bispo em São Pedro, em 2009.
Na homilia, Bento XVI comentou passo a passo as Leituras da Missa. Começando pelo Evangelho, recordou como Jesus toma a iniciativa de “enviar” os doze Apóstolos. “Apóstolo” significa precisamente “enviado”. Desde o princípio Jesus quer envolver os doze na sua ação: uma espécie de tempo de “prática”, em vista da grande responsabilidade que os aguarda.
Esse chamado de Jesus exprime o seu amor: “Ele não desdenha a ajuda que outros homens possam dar à sua obra. Conhece os limites deles, as suas fraquezas, mas não os despreza, pelo contrário, confere-lhes a dignidade de serem seus enviados”, explicou.
Por sua vez a primeira leitura, mostra que os enviados de Deus não são bem acolhidos. Foi o que aconteceu com o profeta Amós. Apesar da recusa daqueles a quem é enviado, o profeta – que sabe não ter sido ele a escolher a sua missão – continua a profetizar, não obstante tudo.
No Evangelho Jesus também adverte os doze de que poderão ser recusados, em qualquer parte, indicando-lhes como comportar-se se tal acontecer. Para além da pregação, devem preocupar-se com os doentes. “A missão apostólica deve sempre incluir os dois aspetos: pregação da Palavra de Deus e manifestação da sua bondade com gestos de caridade, serviço e dedicação”.
Não faltou uma referência à segunda Leitura, da carta aos Efésios, que nos mostra a fecundidade da missão dos Apóstolos. De fato, Paulo dá graças a Deus, que nos abençoou com toda a bênção espiritual, em Cristo.
Bento XVI deu também ele graças a Deus por esta oportunidade de se deslocar a Frascati para ali anunciar a palavra da salvação, e congratulou-se com o empenho da diocese na formação, antes de mais na formação dos formadores: “Foi precisamente o que fez Jesus com os seus discípulos: instruiu-os, preparou-os, formou-os também mediante uma “fase de prática” missionária, para se tornarem capazes de assumir a responsabilidade apostólica na Igreja. Na comunidade cristã, é sempre este o primeiro serviço que os responsáveis oferecem.”
Frascati é uma das sete dioceses chamadas “sub-urbicárias”, dos arredores da Urbe – Roma, às quais correspondem os “títulos” dos cardeais de maior relevo. Atual “titular” de Frascati é o Cardeal Tarcísio Bertone, Secretário de Estado do Vaticano.
Com uma superfície de 220 Km2, a diocese de Frascati conta 123 mil habitantes e 24 paróquias. O atual bispo, Dom Rafael Martinelli, é bem conhecido de Bento XVI, do qual foi colaborador ao longo de 23 anos na Congregação para a Doutrina da Fé e que o ordenou bispo em São Pedro, em 2009.
Eucaristia, o grande tesouro da Igreja
Precisamos atrair para a única Igreja verdadeira os nossos irmãos que se desgarraram; muitos deles sem culpa, outros por revolta, ressentimento, mágoa. Precisamos atraí-los à única Igreja una, santa, católica e apostólica, que contém o tesouro da Eucaristia. Precisamos realizar essa obra, para que haja só um rebanho e só um pastor.
Muitos que dizem conhecer tanto a Bíblia e são tão apegados à Palavra, até a interpretando ao “pé da letra”, não acreditam na presença real de Jesus na Eucaristia. Eles sempre a explicam como um simples símbolo.
A nossa Igreja é rica porque tem o grande tesouro: a Eucaristia.
Não precisamos de provas para crer na presença real de Jesus na Eucaristia, a própria palavra dita por Ele deixa claro: "Pois a minha carne é verdadeira comida e o meu sangue, verdadeira bebida. Aquele que come a minha carne e bebe o meu sangue permanece em mim e eu nele" (Jo 6,55-56).
Muitos que dizem conhecer tanto a Bíblia e são tão apegados à Palavra, até a interpretando ao “pé da letra”, não acreditam na presença real de Jesus na Eucaristia. Eles sempre a explicam como um simples símbolo.
A nossa Igreja é rica porque tem o grande tesouro: a Eucaristia.
Não precisamos de provas para crer na presença real de Jesus na Eucaristia, a própria palavra dita por Ele deixa claro: "Pois a minha carne é verdadeira comida e o meu sangue, verdadeira bebida. Aquele que come a minha carne e bebe o meu sangue permanece em mim e eu nele" (Jo 6,55-56).
Deus o abençoe!
Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova
quinta-feira, 12 de julho de 2012
Escravos do pecado
| Pecar é destruir o próprio ser e caminhar para o nada |
O Catecismo da Igreja Católica (CIC) nos mostra toda agravidade do pecado: “Aos olhos da fé, nenhum mal é mais grave do que o pecado e nada tem consequências piores para os próprios pecadores, para a Igreja e para o mundo inteiro” (§ 1488).
São palavras fortíssimas, pois mostram que não há nada pior do que o pecado. Por outro lado, o Catecismo afirma que ele é uma realidade: “O pecado está presente na história dos homens: seria inútil tentar ignorá-lo ou dar a esta realidade obscura outros nomes” (CIC, §386).
Deus disse a Santa Catarina de Sena, em 'O Diálogo':
”O pecado priva o homem de Mim, Sumo Bem, ao tirar-lhe a graça”. São Paulo, numa frase lapidar, explica toda a hediondez do pecado e razão de todos os sofrimentos deste mundo: “O salário do pecado é a morte” (Rom 6,23).
Tudo o que há de mal na história do homem e do mundo é consequência do pecado que começou com Adão. “Por meio de um só homem, o pecado entrou no mundo e, pelo pecado, a morte, e assim a morte passou a todos os homens, porque todos pecaram” (Rom 5,12). O Catecismo ensina que: “A morte corporal, à qual o homem teria sido subtraído se não tivesse pecado (GS,18), é assim o último inimigo do homem a ser vencido” (1Cor 15, 26).
Santo Agostinho dizia que: "É desígnio de Deus que toda alma desregrada seja para si mesma o seu castigo”, e acrescentava: “O homem se faz réu do pecado no mesmo momento em que decide cometê-lo.” Sintetizava tudo dizendo que “pecar é destruir o próprio ser e caminhar para o nada”. Ele dizia de si mesmo nas confissões: “Eu pecava, porque em vez de procurar em Deus os prazeres, as grandezas e as verdades, procurava-os nas suas criaturas: em mim e nos outros. Por isso precipitava-me na dor, na confusão e no erro.”
Assista: "O pecado leva à morte", com padre Roger Luís
Toda a razão de ser da Encarnação do Verbo foi para destruir, na sua carne, a escravidão do pecado. “Como imperou o pecado na morte, assim também imperou a graça por meio da justiça, para a vida eterna, através de Jesus Cristo, nosso Senhor”. (Rom 5,21)
O demônio escraviza a humanidade com a corrente do pecado, mas Jesus vem exatamente para quebrá-la. São João deixa bem claro na sua carta: “Sabeis que Ele se manifestou para tirar os pecados” (1Jo 3,5). “Para isto é que o Filho de Deus se manifestou, para destruir as obras do diabo” (1 Jo 3,8). Essa “obra do diabo” é exatamente o pecado, que nos separa da intimidade e da comunhão com Deus e nos rouba a vida bem-aventurada.
Com a Sua Morte e Ressurreição triunfante, Jesus nos libertou das cadeias do pecado e, por Sua graça, podemos agora viver uma nova vida. É o que São Paulo nos ensina na Carta aos Colossenses: “Se, pois, ressuscitastes com Cristo, buscai as coisas do alto, onde Cristo está sentado à direita de Deus” (Col 3,1). Aos romanos ele garante: “Já não pesa mais condenação para aqueles que estão em Cristo Jesus. A Lei do Espírito da vida em Cristo Jesus te libertou da lei do pecado e da morte” (Rom 8,1).
Aos gálatas o apóstolo diz: “É para a liberdade que Cristo nos libertou. Permanecei firmes, portanto, e não vos deixeis prender de novo ao jugo da escravidão” (Gal 5,1). A vitória contra o pecado custou a vida do Cordeiro de Deus. São João Batista, o precursor, aquele que foi encarregado por Deus para apresentar ao mundo o Seu Filho, podia fazê-lo de muitas formas: “Ele é o Filho de Deus”, ou, “Ele é o esperado das nações”, como diziam; ou ainda: “Ele é o Santo de Israel”, ou quem sabe: “Eis aqui o mais belo dos filhos dos homens”, etc.; mas, em vez de usar essas expressões que designavam o Messias que haveria de vir, João preferiu dizer: “Eis o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo” (Jo 1,29).
Aqueles que querem dar outro sentido à vida de Jesus, que não o d'Aquele que “tira o pecado do mundo”, esvaziam a Sua Pessoa, a Sua missão e a missão da Igreja. A partir daí, a fé é esvaziada e toda a “sã doutrina” (1Tm4,6) é pervertida. Eis o perigo da “teologia da libertação”, que exigiu a intervenção direta da Santa Sé e do próprio Papa João Paulo II, pois, na sua essência, esta “teologia” substitui o Cristo Redentor do pecado por um Cristo apenas libertador dos males sociais e terrenos, reinterpreta o Evangelho e o Cristianismo dentro de uma exegese e de uma hermenêutica que não é aceita pelo Magistério da Igreja.
Assim como a missão de Cristo foi libertar o homem do pecado, a missão da Igreja, que é o Seu Corpo místico, a Sua continuação na história, é também a de libertar a humanidade do pecado e levá-la à santificação. Fora disso, a Igreja se esvazia e não cumpre a missão dada pelo Senhor. "Jesus" quer dizer, em hebraico, “Deus salva”. Salva dos pecados e da morte. Na anunciação, o anjo disse a Maria: "… lhe porás o nome de Jesus" (Lc 1,31).
A José, o mesmo anjo disse: “Ela dará à luz um filho, a quem porás o nome de Jesus, porque ele salvará o seu povo dos seus pecados” (Mt 1,21). A salvação se dá pelo perdão dos pecados; e já que “só Deus pode perdoar os pecados” (Mc 2, 7), Ele enviou o Seu Filho para salvar o Seu povo dos pecados. “Foi Ele quem nos amou e nos enviou Seu Filho como vítima de expiação pelos nossos pecados” (1Jo 4,10). “Este apareceu para tirar os pecados “ (1Jo 3,5).
Isto mostra que a grande missão de Jesus era, de fato,“tirar o pecado do mundo”, e Ele não teve dúvida de chegar até a morte trágica para isto. Agora, Vivo e Ressuscitado, Vencedor do pecado e da morte, pelo ministério da Igreja, dá o perdão a todos os homens. Jesus disse aos apóstolos na Última Ceia: “Se me amais, guardareis os meus mandamentos” (Jo 14,15). Guardar os mandamentos é a prova do amor por Jesus. Quem obedece aos Seus mandamentos, foge do pecado.
O grande São Basílio Magno (329-379), bispo e doutor da Igreja, ensina, em seus escritos, que há três formas de amar a Deus: a primeira é como o mercenário, que espera a retribuição; a segunda, é como escravo que obedece, por medo do chicote, o castigo de Deus; e o terceiro é o amor filial, daquele que obedece, porque, de fato, ama o Pai. É assim que devemos amar o Senhor; e, a melhor forma de amá-Lo é repudiando todo mal.
Os Dez Mandamentos são a salvaguarda contra o pecado. Por isso, o primeiro compromisso de quem almeja a santidade deve ser o compromisso de viver, na íntegra, os mandamentos. Diante da gravidade do pecado, o autor da Carta aos Hebreus chega a dizer aos cristãos: “Ainda não resististes até ao sangue na luta contra o pecado” (Hb 12,4). Nesta luta, justifica-se chegar até ao sangue, se for preciso, como Jesus o fez.
Palavra do mês- ORAÇÃO E TRABALHO
Neste mês de julho, a Igreja celebra, no dia 11, a memória de São Bento. Ele nasceu em Núrsia, no ano 480, e faleceu em 547. Foi enviado por sua família para estudar em Roma e, diante de tanta decadência moral e espiritual da sociedade e do Império, o jovem Bento não se deixou conformar com a perversidade daqueles tempos, mas escolheu fazer a diferença nadando contra a correnteza. A vida de São Bento foi profundamente marcada pela radicalidade, profundíssima espiritualidade, prodígios extraordinários e destemida batalha espiritual.
Depois de três anos vividos em uma afastada gruta, ele desperta o interesse de vários seguidores, os quais foram orientados com uma austera regra de vida inspirada em São Pacômio e São Basílio, o que mais tarde daria a São Bento o título de pai do monaquismo.
"O nosso trabalho não pode ser desculpa para não estarmos rezando", adverte monsenhor JonasA Regra Beneditina forma os monges e cristãos por meio do seguimento dos ensinamentos de Jesus e da prática dos mandamentos e conselhos evangélicos, principalmente com a máxima “Ora et labora” (Oração e trabalho). São Bento aproximou a oração e o trabalho sem que um roubasse o tempo e a qualidade do outro. Para nós que vivemos atualmente nesses tempos de imensa agitação, no qual se trabalha muito e quase não sobra tempo para a oração, esse princípio da 'Oração e Trabalho' se torna um manual de sobrevivência para nós cristãos. O nosso trabalho não pode ser desculpa para não estarmos rezando, assim como nossa vida de oração não pode ser um obstáculo para a nossa vida profissional. É completamente possível que nós, trabalhando tanto, também possamos conciliar nossa vida de oração, para não rezarmos menos do que trabalhamos.
Muitos, hoje, acabam vivendo essas duas realidades de modo desigual, exagerando em uma e faltando na outra. Porém, aprendamos com São Bento que é possível conciliar oração e trabalho. Assim como uma moeda tem sempre dois lados (cara e coroa), nossa vida deve estar marcada por essas duas realidades: oração e trabalho. Falo, aqui, desde os trabalhos no lar até a vida profissional na sociedade, da oração pessoal até a sua ativa participação na sua paróquia. Assim como não existe moeda que só tenha um lado, não podemos ser cristãos que ou só rezam ou só trabalham. Podemos, dentro de nossas realidades, desde as mais simples até as mais exigentes, conciliar as duas atividades.
Assim, juntos, peçamos a intercessão deste santo para que nos eduque nessa realidade de Oração e Trabalho. Juntos, temos muito que rezar e trabalhar pela Evangelização. Agradeço a sua fidelidade e o incentivo a perseverar! A toda Família Canção Nova, deixo aqui, como dica de oração, para você, neste mês, a poderosa oração da medalha de São Bento:
A cruz sagrada seja a minha luz
Não seja o dragão o meu guia
Retira-te satanás,
nunca me aconselhes coisas vãs
É mal o que tu ofereces
Bebe tu mesmo os teus venenos.
Deus o abençoe!
Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova
Por que creio na Igreja?
A Igreja é um mistério (cf., por ex., Rm 16, 25-27), quer dizer, uma realidade na qual entram em contato e comunhão Deus e os homens. Igreja vem do grego “ekklesia”, que significa assembleia dos convocados. No Antigo Testamento, foi utilizada para traduzir “quahal Yahweh”, ou assembleia reunida por Deus para honrá-Lo com o culto devido. São exemplos disso a assembleia sinaítica e a que se reuniu em tempos do rei Josias com o fim de louvar ao Senhor e voltar à pureza da Lei (reforma). No Novo Testamento, existem várias significações, em continuidade com o Antigo, mas designa especialmente o povo que Deus convoca e reúne desde os confins da terra para constituir a assembleia de todos aqueles que, pela fé em Sua Palavra e pelo batismo, são filhos de Deus, membros de Cristo e templo do Espírito Santo (cf. Catecismo, 777; Compêndio, 147).
Na Sagrada Escritura, a Igreja recebe diversos nomes, cada um dos quais sublinha especialmente alguns aspectos do mistério da comunhão de Deus com os homens. “Povo de Deus” é um nome que Israel recebeu. Quando se aplica à Igreja, novo Israel, quer dizer que o Senhor não quis salvar os homens isoladamente, mas constituindo-os em um único povo, reunido pela unidade do Pai, do Filho e do Espírito Santo, que o conhecesse na verdade e o servisse santamente . Significa, também, que ela foi escolhida por Deus, que é uma comunidade visível que está a caminho – entre as nações – até sua pátria definitiva. Nesse povo, todos possuem a comum dignidade dos filhos de Deus, uma missão comum, ser sal da terra, e um fim comum, que é o Reino de Deus. Todos participam das três funções de Cristo: real, profética e sacerdotal (cf. Catecismo, 782-786).
Quando dizemos que a Igreja é o “Corpo de Cristo”, queremos sublinhar que, pelo envio do Espírito Santo, Cristo une os fiéis intimamente consigo, principalmente na Eucaristia, incorpora-os na Sua Pessoa, pelo Espírito Santo, mantendo-se e crescendo unidos entre si na caridade, formando um só corpo na diversidade dos membros e funções. Indica-se também que a saúde ou a doença de um membro repercute em todo o corpo (cf. 1Cor 12,1-24), e que os fiéis, como membros de Cristo, são seus instrumentos para atuar no mundo (cf. Catecismo, 787-795). A Igreja é também chamada de “Esposa de Cristo” (cf. Ef 5,26 ss), o que enfatiza, dentro da união, que ela mantém com Cristo, a distinção de ambos os sujeitos. Assinala também que a Aliança de Deus com os homens é definitiva, porque Ele é fiel às Suas promessas, e que a Igreja Lhe corresponde, da mesma forma, fielmente, sendo Mãe fecunda de todos os filhos do Senhor.
Assista também:"Por que Cristo instituiu a Igreja?", com professor Felipe Aquino
Na Sagrada Escritura, a Igreja recebe diversos nomes, cada um dos quais sublinha especialmente alguns aspectos do mistério da comunhão de Deus com os homens. “Povo de Deus” é um nome que Israel recebeu. Quando se aplica à Igreja, novo Israel, quer dizer que o Senhor não quis salvar os homens isoladamente, mas constituindo-os em um único povo, reunido pela unidade do Pai, do Filho e do Espírito Santo, que o conhecesse na verdade e o servisse santamente . Significa, também, que ela foi escolhida por Deus, que é uma comunidade visível que está a caminho – entre as nações – até sua pátria definitiva. Nesse povo, todos possuem a comum dignidade dos filhos de Deus, uma missão comum, ser sal da terra, e um fim comum, que é o Reino de Deus. Todos participam das três funções de Cristo: real, profética e sacerdotal (cf. Catecismo, 782-786).
Quando dizemos que a Igreja é o “Corpo de Cristo”, queremos sublinhar que, pelo envio do Espírito Santo, Cristo une os fiéis intimamente consigo, principalmente na Eucaristia, incorpora-os na Sua Pessoa, pelo Espírito Santo, mantendo-se e crescendo unidos entre si na caridade, formando um só corpo na diversidade dos membros e funções. Indica-se também que a saúde ou a doença de um membro repercute em todo o corpo (cf. 1Cor 12,1-24), e que os fiéis, como membros de Cristo, são seus instrumentos para atuar no mundo (cf. Catecismo, 787-795). A Igreja é também chamada de “Esposa de Cristo” (cf. Ef 5,26 ss), o que enfatiza, dentro da união, que ela mantém com Cristo, a distinção de ambos os sujeitos. Assinala também que a Aliança de Deus com os homens é definitiva, porque Ele é fiel às Suas promessas, e que a Igreja Lhe corresponde, da mesma forma, fielmente, sendo Mãe fecunda de todos os filhos do Senhor.
Assista também:"Por que Cristo instituiu a Igreja?", com professor Felipe Aquino
A Igreja é também o “templo do Espírito Santo”, porque Ele vive no corpo da Igreja e a edifica na caridade, com a Palavra de Deus, com os sacramentos, com as virtudes e os carismas [4]. Como o verdadeiro templo do Espírito Santo foi Cristo (cf. Jo 2, 19-22), esta imagem também enfatiza que cada cristão é Igreja e templo do Espírito Santo. Os carismas são dons que o Espírito concede a cada pessoa para o bem dos homens, para as necessidades do mundo e, particularmente, para a edificação da Igreja. Aos pastores compete discernir e avaliar os carismas (cf. Ts 5,20-22; Compêndio,160).
“A Igreja tem sua origem e realização no desígnio eterno de Deus. Foi preparada na Antiga Aliança com a eleição de Israel, sinal da futura reunião de todas as nações. Fundada pelas palavras e ações de Jesus Cristo, foi formada sobre tudo mediante Sua Morte redentora e Sua Ressurreição. Mais tarde, manifestou-se como mistério de salvação mediante a efusão do Espírito Santo no dia de Pentecostes. Ao final dos tempos, alcançará sua consumação como assembleia celestial de todos os redimidos” (Compêndio, 149; cf. Catecismo, 778).
Quando Deus revela Seu desígnio de salvação, que é permanente, manifesta também a forma como deseja realizá-lo. Esse desígnio não terminou com um único ato, mas foi primeiro preparando a humanidade para acolher a salvação; somente mais adiante revelou-o plenamente em Cristo. Esse oferecimento de salvação na comunhão divina e na unidade da humanidade foi definitivamente outorgado aos homens por meio do dom do Espírito Santo que foi derramado nos corações dos crentes, colocando-os em contato pessoal e permanente com Cristo. Sendo filhos de Deus em Cristo, nos reconhecemos irmãos dos demais filhos de Deus. Não há uma fraternidade ou unidade do gênero humano que não se baseie na comum filiação divina, a qual nos foi oferecida pelo Pai em Cristo; não há uma fraternidade sem um Pai comum, ao qual chegamos pelo Espírito Santo.
A Igreja não foi fundada pelos homens; nem mesmo é uma resposta humana nobre a uma experiência de salvação realizada por Deus em Cristo. Nos mistérios da vida de Cristo, o ungido pelo Espírito, cumpriram-se as promessas anunciadas na Lei e nos profetas. Pode-se dizer também que a ação da Igreja coincide com a vida de Jesus Cristo; a Igreja vai tomando forma em relação à missão de Cristo entre os homens e para os homens. Não há um momento único em que Cristo tenha fundado a Igreja, pois a fundou em toda sua vida: desde a encarnação até Sua Morte, Ressurreição, Ascensão e com o envio do Paráclito. Ao longo de Sua vida, Cristo – em quem habita o Espírito – foi manifestando como devia ser Sua Igreja, dispondo as coisas, umas após outras. Depois de Sua Ascensão, o Espírito foi enviado à Igreja e, nela, permanece, unindo-a à missão de Cristo, recordando-lhe aquilo que o Senhor revelou, guiando-a ao longo da história até sua plenitude. Ele é a causa da presença de Cristo pelos sacramentos e pela Palavra, e a adorna continuamente com diversos dons hierárquicos e carismáticos [5]. Por sua presença, cumpre-se a promessa do Senhor de estar sempre com os Seus até o fim dos tempos (cf. Mt 28,20).
“A Igreja tem sua origem e realização no desígnio eterno de Deus. Foi preparada na Antiga Aliança com a eleição de Israel, sinal da futura reunião de todas as nações. Fundada pelas palavras e ações de Jesus Cristo, foi formada sobre tudo mediante Sua Morte redentora e Sua Ressurreição. Mais tarde, manifestou-se como mistério de salvação mediante a efusão do Espírito Santo no dia de Pentecostes. Ao final dos tempos, alcançará sua consumação como assembleia celestial de todos os redimidos” (Compêndio, 149; cf. Catecismo, 778).
Quando Deus revela Seu desígnio de salvação, que é permanente, manifesta também a forma como deseja realizá-lo. Esse desígnio não terminou com um único ato, mas foi primeiro preparando a humanidade para acolher a salvação; somente mais adiante revelou-o plenamente em Cristo. Esse oferecimento de salvação na comunhão divina e na unidade da humanidade foi definitivamente outorgado aos homens por meio do dom do Espírito Santo que foi derramado nos corações dos crentes, colocando-os em contato pessoal e permanente com Cristo. Sendo filhos de Deus em Cristo, nos reconhecemos irmãos dos demais filhos de Deus. Não há uma fraternidade ou unidade do gênero humano que não se baseie na comum filiação divina, a qual nos foi oferecida pelo Pai em Cristo; não há uma fraternidade sem um Pai comum, ao qual chegamos pelo Espírito Santo.
A Igreja não foi fundada pelos homens; nem mesmo é uma resposta humana nobre a uma experiência de salvação realizada por Deus em Cristo. Nos mistérios da vida de Cristo, o ungido pelo Espírito, cumpriram-se as promessas anunciadas na Lei e nos profetas. Pode-se dizer também que a ação da Igreja coincide com a vida de Jesus Cristo; a Igreja vai tomando forma em relação à missão de Cristo entre os homens e para os homens. Não há um momento único em que Cristo tenha fundado a Igreja, pois a fundou em toda sua vida: desde a encarnação até Sua Morte, Ressurreição, Ascensão e com o envio do Paráclito. Ao longo de Sua vida, Cristo – em quem habita o Espírito – foi manifestando como devia ser Sua Igreja, dispondo as coisas, umas após outras. Depois de Sua Ascensão, o Espírito foi enviado à Igreja e, nela, permanece, unindo-a à missão de Cristo, recordando-lhe aquilo que o Senhor revelou, guiando-a ao longo da história até sua plenitude. Ele é a causa da presença de Cristo pelos sacramentos e pela Palavra, e a adorna continuamente com diversos dons hierárquicos e carismáticos [5]. Por sua presença, cumpre-se a promessa do Senhor de estar sempre com os Seus até o fim dos tempos (cf. Mt 28,20).
Miguel de Salis Amaral
http://www.opusdei.org.br
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Para alcançar a paz é preciso dialogar, afirma Bento XVI.
Reuters

Papa assiste ao concerto em sua homenagem no pátio da residência apostólica de Castel Gandolfo
“Para alcançar a paz, é preciso comprometer-se, deixar de lado a violência e as armas e dialogar, buscando um acordo”. Foi a afirmação feita pelo Papa Bento XVI após participar do concerto oferecido em sua homenagem, nessa quarta-feira, 11.
O concerto foi regido pelo maestro argentino-israelense Daniel Barenboim. A Orquestra West-Eastern Divan, com sede em Sevilla, na Espanha, é formada por músicos espanhóis, israelenses e de vários países árabes do Oriente Médio.
Bento XVI disse que a sua geração, assim como a dos pais de Barenboim, viveu a “tragédia” da Segunda Guerra Mundial e do Holocausto contra os judeus: “é muito significativo que o senhor, maestro, tenha querido dar vida a um projeto como a Orquestra West-Eastern Divan, um grupo em que tocam juntos músicos israelenses, palestinos e de outros países árabes, pessoas de religião hebraica, muçulmana e cristã”, afirmou o Pontífice.
O Santo Padre assinalou ainda que a mensagem que se recebe do concerto é que “para alcançar a paz, é necessário engajar-se, deixando a violência e as armas de lado, comprometendo-se com a conversão pessoal e comunitária, com o diálogo e a paciente busca de acordos possíveis”.
A orquestra executou as sinfonias nº 6 em fá maior e a nº 5 em dó menor, ambas de Ludwig van Beethoven. O Papa, grande apreciador de música clássica, disse que as duas obras expressam aspectos da vida como: o drama e a paz, a luta do ser humano contra o destino adverso e a imersão tranquilizadora em um ambiente bucólico.
O concerto aconteceu no pátio central da residência papal de Castel Gandolfo, que se ergue aos pés do lago Albano, na região dos “Castelos Romanos”, onde Bento XVI se encontra, desde o último dia 3, para um período de descanso.
Assistiram ao concerto com o Papa, o Presidente da República Italiana, Giorgio Napolitano, e sua esposa, Clio, vários cardeais e bispos, entre os quais Dom Gianfranco Ravasi, Presidente do Pontifício Conselho para a Cultura, além de centenas de convidados.
Foi a segunda vez que ele ouviu um concerto de Barenboim. A anterior foi no dia 1º de junho passado, quando esteve no Teatro La Scala de Milão, durante o VII Encontro Mundial das Famílias, realizado nesta cidade do norte da Itália.
Daniel Barenboim nasceu em 1942 em Buenos Aires, e é um defensor da reconciliação e da paz entre judeus e palestinos.
Após o concerto para o Pontífice, a orquestra prossegue sua turnê em Versalhes, Genebra, Londres, com a gravação de um concerto para a rede de TV e Rádio BBC, e Berlim. A arrecadação do espetáculo na Alemanha será destinada ao financiamento de projetos educativos organizados pela orquestra em Israel e na Palestina.
O concerto foi regido pelo maestro argentino-israelense Daniel Barenboim. A Orquestra West-Eastern Divan, com sede em Sevilla, na Espanha, é formada por músicos espanhóis, israelenses e de vários países árabes do Oriente Médio.
Bento XVI disse que a sua geração, assim como a dos pais de Barenboim, viveu a “tragédia” da Segunda Guerra Mundial e do Holocausto contra os judeus: “é muito significativo que o senhor, maestro, tenha querido dar vida a um projeto como a Orquestra West-Eastern Divan, um grupo em que tocam juntos músicos israelenses, palestinos e de outros países árabes, pessoas de religião hebraica, muçulmana e cristã”, afirmou o Pontífice.
O Santo Padre assinalou ainda que a mensagem que se recebe do concerto é que “para alcançar a paz, é necessário engajar-se, deixando a violência e as armas de lado, comprometendo-se com a conversão pessoal e comunitária, com o diálogo e a paciente busca de acordos possíveis”.
A orquestra executou as sinfonias nº 6 em fá maior e a nº 5 em dó menor, ambas de Ludwig van Beethoven. O Papa, grande apreciador de música clássica, disse que as duas obras expressam aspectos da vida como: o drama e a paz, a luta do ser humano contra o destino adverso e a imersão tranquilizadora em um ambiente bucólico.
O concerto aconteceu no pátio central da residência papal de Castel Gandolfo, que se ergue aos pés do lago Albano, na região dos “Castelos Romanos”, onde Bento XVI se encontra, desde o último dia 3, para um período de descanso.
Assistiram ao concerto com o Papa, o Presidente da República Italiana, Giorgio Napolitano, e sua esposa, Clio, vários cardeais e bispos, entre os quais Dom Gianfranco Ravasi, Presidente do Pontifício Conselho para a Cultura, além de centenas de convidados.
Foi a segunda vez que ele ouviu um concerto de Barenboim. A anterior foi no dia 1º de junho passado, quando esteve no Teatro La Scala de Milão, durante o VII Encontro Mundial das Famílias, realizado nesta cidade do norte da Itália.
Daniel Barenboim nasceu em 1942 em Buenos Aires, e é um defensor da reconciliação e da paz entre judeus e palestinos.
Após o concerto para o Pontífice, a orquestra prossegue sua turnê em Versalhes, Genebra, Londres, com a gravação de um concerto para a rede de TV e Rádio BBC, e Berlim. A arrecadação do espetáculo na Alemanha será destinada ao financiamento de projetos educativos organizados pela orquestra em Israel e na Palestina.
Bote Fé na Vida mobiliza 250 cidades na expectativa da JMJ 2013.
Jovens Conectados

Logo do Bote Fé na Vida
Esporte, saúde, fé e qualidade de vida integrados. Esses são os objetivos do “Bote Fé na Vida”, corrida e caminhada que vai movimentar simultaneamente 250 cidades de todo o Brasil no domingo, 22. Em cada cidade, os participantes vão percorrer a distância de 5 Km e marcar a contagem regressiva de um ano para a abertura da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) Rio2013, que será realizada de 23 a 28 de julho de 2013.
A iniciativa do “Bote Fé na Vida” é da Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e do Comitê Organizador Local (COL) da JMJ. Em cada cidade, há também apoiadores locais, que colaboram para a viabilização do evento.
No Rio de Janeiro, o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Esporte e Lazer, pretende reunir 28 mil pessoas nas 14 cidades onde o evento vai acontecer. As inscrições no Rio podem ser realizadas gratuitamente até o dia 20, ou até atingir o limite através do site www.rio2013.com.
"A JMJ é um dos eventos mais importantes no extenso calendário que o Rio de Janeiro tem para os próximos anos. Não tenho dúvidas de que este evento, que reúne esporte e fé, e que marca a contagem regressiva para o maior evento católico do mundo, será um sucesso", afirma o governador do Rio, Sergio Cabral. Os participantes farão a doação de 1kg de alimento não perecível, e receberão o kit de participação.
Na cidade do Rio de Janeiro, o local escolhido foi a Praia de Copacabana, com expectativa de 10 mil pessoas. “Queremos a participação de toda a família. Nossa intenção é incentivar os jovens para a vida saudável e despertar o esporte como canal de prevenção às drogas e promoção de saúde”, afirma Dom Orani João Tempesta, presidente do COL e arcebispo do Rio.
“Esta corrida surge como uma extensão do tema da Campanha da Fraternidade deste ano, sobre saúde pública, e exalta a importância da prática de esporte para manter a qualidade de vida”, afirma o diretor executivo do setor Pré-Jornada do COL, padre Jefferson Gonçalves de Araújo.
No estado do Rio de Janeiro, confira a seguir a lista das cidades e locais de concentração dos participantes:
Angra dos Reis: Escola Naval
Barra do Piraí: Catedral de Sant’Ana
Cabo Frio: Praia do Forte
Campos dos Goytacazes: Catedral São Salvador
Guapimirim: Praça Matriz
Itaperuna: Avenida Central
Nova Friburgo: Praça da Catedral de São João
Nova Iguaçu: Catedral de Santo Antônio
Petrópolis: UCP – Relógio Flores
Rio de Janeiro: Praça do Lido - Copacabana
São João de Meriti: Prefeitura de São João
Mangaratiba: Praia do Saco
Teresópolis: Igreja Matriz de Santo Antônio
Valença: Praça de Nossa Senhora da Glória
A iniciativa do “Bote Fé na Vida” é da Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e do Comitê Organizador Local (COL) da JMJ. Em cada cidade, há também apoiadores locais, que colaboram para a viabilização do evento.
No Rio de Janeiro, o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Esporte e Lazer, pretende reunir 28 mil pessoas nas 14 cidades onde o evento vai acontecer. As inscrições no Rio podem ser realizadas gratuitamente até o dia 20, ou até atingir o limite através do site www.rio2013.com.
"A JMJ é um dos eventos mais importantes no extenso calendário que o Rio de Janeiro tem para os próximos anos. Não tenho dúvidas de que este evento, que reúne esporte e fé, e que marca a contagem regressiva para o maior evento católico do mundo, será um sucesso", afirma o governador do Rio, Sergio Cabral. Os participantes farão a doação de 1kg de alimento não perecível, e receberão o kit de participação.
Na cidade do Rio de Janeiro, o local escolhido foi a Praia de Copacabana, com expectativa de 10 mil pessoas. “Queremos a participação de toda a família. Nossa intenção é incentivar os jovens para a vida saudável e despertar o esporte como canal de prevenção às drogas e promoção de saúde”, afirma Dom Orani João Tempesta, presidente do COL e arcebispo do Rio.
“Esta corrida surge como uma extensão do tema da Campanha da Fraternidade deste ano, sobre saúde pública, e exalta a importância da prática de esporte para manter a qualidade de vida”, afirma o diretor executivo do setor Pré-Jornada do COL, padre Jefferson Gonçalves de Araújo.
No estado do Rio de Janeiro, confira a seguir a lista das cidades e locais de concentração dos participantes:
Angra dos Reis: Escola Naval
Barra do Piraí: Catedral de Sant’Ana
Cabo Frio: Praia do Forte
Campos dos Goytacazes: Catedral São Salvador
Guapimirim: Praça Matriz
Itaperuna: Avenida Central
Nova Friburgo: Praça da Catedral de São João
Nova Iguaçu: Catedral de Santo Antônio
Petrópolis: UCP – Relógio Flores
Rio de Janeiro: Praça do Lido - Copacabana
São João de Meriti: Prefeitura de São João
Mangaratiba: Praia do Saco
Teresópolis: Igreja Matriz de Santo Antônio
Valença: Praça de Nossa Senhora da Glória
quarta-feira, 11 de julho de 2012
A solução está na penitência e na conversão

Estamos num tempo de falsos profetas. Tempo de “apostasia”. Apostasia é como a Aids: a pessoa nem imagina que se contagiou; só depois percebe que já está sem defesa orgânica. É doloroso constatar, mas a verdade é esta: o povo de Deus, “a esposa”, está sem defesa. Os falsos profetas investem com fúria contra a Igreja de Deus e têm conseguido resultados. Acontece hoje o que Jesus mesmo experimentou:
“Vendo as multidões, tomou-se de compaixão por elas, porque estavam exaustas e prostradas como ovelhas sem pastor” (Mt 9,36).
João, o amigo do Esposo, que preparou a Sua primeira vinda, aponta a solução para os tempos de hoje: a penitência e a conversão.
Deus o abençoe!
Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova
(Trecho do livro "Eu e minha casa serviremos ao Senhor" demonsenhor Jonas Abib)
“Vendo as multidões, tomou-se de compaixão por elas, porque estavam exaustas e prostradas como ovelhas sem pastor” (Mt 9,36).
João, o amigo do Esposo, que preparou a Sua primeira vinda, aponta a solução para os tempos de hoje: a penitência e a conversão.
Deus o abençoe!
Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova
(Trecho do livro "Eu e minha casa serviremos ao Senhor" demonsenhor Jonas Abib)
Encontro de Liturgia e Canto Pastoral
A Equipe Diocesana de Liturgia tem o prazer em convidar a todos os Católicos participantes nas Paróquias, Comunidades e Capelas da nossa Diocese de Ilhéus, a participarem do Encontro de Liturgia e Canto Pastoral, que acontecerá de 03 à 05 de agosto de 2012, no Centro de Treinamentos de Líderes – CTL em Ilhéus. Este Evento terá como Coordenadora a Irmã Mirian T. Colling.
O tema a ser abordado será: Sustentai com Arte a Louvação.
Outras Informações pelos E-Mail’s:
borgesdao27@hotmail.com
cassia.cilene@hotmail.com
Ou no site da diocese de Ilhéus
www.diocesedeilheusba.com
Pastoral no Rio organiza Cristoteca como preparativo para JMJ
Música tecno, house, hip hop, dance tocada pelos melhores dj’s católicos para “evangelizar a noite”. Essa é uma iniciativa da Pastoral da Evangelização Noturna, num anseio da Arquidiocese do Rio de Janeiro, para ajudar os jovens a aproveitarem a noite de maneira saudável e também para que se preparem em vista da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) no próximo ano.
A ideia de criar este serviço diocesano, aponta o Serviço de Informação Religiosa da Conferência Episcopal Italiana (CEI), nasceu em 2011 por meio de um sacerdote-dj de São Paulo, Padre Joseph Anthony, mais conhecido como Padre Dj Zeton.
A ideia é fazer mais do que uma discoteca e, sim, uma “Cristoteca”, onde os jovens possam se encontrar, escutar boa música e dançar, no local que vira ponto de referência para a juventude: o Lounge Fox. Lá é possível encontrar os missionários com os quais falar sobre as próprias esperanças e expectativas de fé. A “Cristoteca” acontece sempre no primeiro e segundo domingos de cada mês e o próximo encontro está marcado para 5 de agosto, as 16h as 24h.
Primeira santa brasileira foi celebrada pela Igreja.
A Igreja celebrou nessa segunda-feira, 9, a festa de Santa Paulina, a primeira santa que viveu e trabalhou no Brasil.
Italiana de nascimento, foi na pequena localidade de Vígolo, no município de Nova Trento, em Santa Catarina, que Madre Paulina iniciou seu trabalho. Nesta terra hoje está a herança da Santa, beatificada por João Paulo II em 1991, durante a visita do Beato a Florianópolis:

“Minha alegria no dia de hoje, queridos irmãos e irmãs de Florianópolis e de Santa Catarina, tem um motivo todo especial: a beatificação da Madre Paulina do Coração de Jesus Agonizante. Ela é, na verdade, uma representante bem legítima do povo catarinense. Como os pais e os avós de muitos dos que aqui estão, pertence ela a uma destas famílias que aqui chegaram no século passado e deram uma feição toda especial à terra catarinense. O cenário maravilhoso das lindas praias e ilhas do litoral, do vale do Itajaí, dos campos da região serrana, das imensas e férteis regiões do oeste, passou a ser habitado por um povo novo que hoje ainda conserva a herança das culturas, dos costumes e da língua de seus antepassados. Aos portugueses das ilhas dos Açores ou aos paulistas vindos dos campos de Piratininga ou de Curitiba, se uniram, há mais de cem anos, tantas famílias procedentes do norte da Itália, das montanhas do Tirol, de diversas regiões da Alemanha, de muitos outros lugares do planeta”.
A Coordenadora do Santuário de Madre Paulina, Irmã Maria Adelina da Cunha estava em Florianópolis em 18 de outubro de 1991. “O povo explodiu em alegria, com muitas palmas. Foi um momento inesquecível”, relembra a Irmã, que também veio ao Vaticano onze anos mais tarde.
Santa Paulina foi canonizada em 19 de maio de 2002, no Vaticano. João Paulo II, ao lembrar a vida e obra da primeira Santa do Brasil, disse: “A ação do Espírito se manifesta de modo especial também na vida e missão de Madre Paulina, inspirando-a a constituir, juntamente com um grupo de jovens amigas, uma casa de acolhida, pouco depois batizada pelo povo de ‘Hospitalzinho São Virgílio’, destinada à atenção material e espiritual de doentes e desamparados. Nasce assim, para atender os planos da Providência, a primeira Comunidade religiosa do sul do Brasil, denominada Congregação das Irmãzinhas da Imaculada Conceição. Foi neste Hospital, que o ser-para-os-outros constituiu o pano de fundo da vida de Madre Paulina. No serviço aos pobres e aos doentes, ela tornara-se manifestação do Espírito Santo, ‘consolador perfeito; doce hóspede da alma; suavíssimo refrigério’”.
Após o reconhecimento dos milagres que transformaram Madre Paulina em Santa, sua missão continua. Tanto que o Santuário a cada ano que passa se torna referência para os romeiros. “Hoje o Santuário de Santa Paulina já é considerado o segundo maior, em mais movimento, atrás apenas de Aparecida”, revela Irmã Maria Adelina.
Para informações sobre o Santuário de Santa Paulina, acesse www.santuariosantapaulina.org.br
Assista resumo da história de Santa Paulina
Italiana de nascimento, foi na pequena localidade de Vígolo, no município de Nova Trento, em Santa Catarina, que Madre Paulina iniciou seu trabalho. Nesta terra hoje está a herança da Santa, beatificada por João Paulo II em 1991, durante a visita do Beato a Florianópolis:

“Minha alegria no dia de hoje, queridos irmãos e irmãs de Florianópolis e de Santa Catarina, tem um motivo todo especial: a beatificação da Madre Paulina do Coração de Jesus Agonizante. Ela é, na verdade, uma representante bem legítima do povo catarinense. Como os pais e os avós de muitos dos que aqui estão, pertence ela a uma destas famílias que aqui chegaram no século passado e deram uma feição toda especial à terra catarinense. O cenário maravilhoso das lindas praias e ilhas do litoral, do vale do Itajaí, dos campos da região serrana, das imensas e férteis regiões do oeste, passou a ser habitado por um povo novo que hoje ainda conserva a herança das culturas, dos costumes e da língua de seus antepassados. Aos portugueses das ilhas dos Açores ou aos paulistas vindos dos campos de Piratininga ou de Curitiba, se uniram, há mais de cem anos, tantas famílias procedentes do norte da Itália, das montanhas do Tirol, de diversas regiões da Alemanha, de muitos outros lugares do planeta”.
A Coordenadora do Santuário de Madre Paulina, Irmã Maria Adelina da Cunha estava em Florianópolis em 18 de outubro de 1991. “O povo explodiu em alegria, com muitas palmas. Foi um momento inesquecível”, relembra a Irmã, que também veio ao Vaticano onze anos mais tarde.
Santa Paulina foi canonizada em 19 de maio de 2002, no Vaticano. João Paulo II, ao lembrar a vida e obra da primeira Santa do Brasil, disse: “A ação do Espírito se manifesta de modo especial também na vida e missão de Madre Paulina, inspirando-a a constituir, juntamente com um grupo de jovens amigas, uma casa de acolhida, pouco depois batizada pelo povo de ‘Hospitalzinho São Virgílio’, destinada à atenção material e espiritual de doentes e desamparados. Nasce assim, para atender os planos da Providência, a primeira Comunidade religiosa do sul do Brasil, denominada Congregação das Irmãzinhas da Imaculada Conceição. Foi neste Hospital, que o ser-para-os-outros constituiu o pano de fundo da vida de Madre Paulina. No serviço aos pobres e aos doentes, ela tornara-se manifestação do Espírito Santo, ‘consolador perfeito; doce hóspede da alma; suavíssimo refrigério’”.
Após o reconhecimento dos milagres que transformaram Madre Paulina em Santa, sua missão continua. Tanto que o Santuário a cada ano que passa se torna referência para os romeiros. “Hoje o Santuário de Santa Paulina já é considerado o segundo maior, em mais movimento, atrás apenas de Aparecida”, revela Irmã Maria Adelina.
Para informações sobre o Santuário de Santa Paulina, acesse www.santuariosantapaulina.org.br
Assista resumo da história de Santa Paulina
DIA DE SÃO BENTO
Abade vem de "Abbá", que significa pai, e isto o santo de hoje bem soube ser do monaquismo ocidental. São Bento nasceu em Núrcia, próximo de Roma, em 480, numa nobre família que o enviou para estudar na Cidade Eterna, no período de decadência do Império.
Diante da decadência – também moral e espiritual – o jovem Bento abandonou todos os projetos humanos para se retirar nas montanhas da Úmbria, onde dedicou-se à vida de oração, meditação e aos diversos exercícios para a santidade. Depois de três anos numa retirada gruta, passou a atrair outros que se tornaram discípulos de Cristo pelos passos traçados por ele, que buscou nas Regras de São Pacômio e de São Basílio uma maneira ocidental e romana de vida monástica. Foi assim que nasceu o famoso mosteiro de Monte Cassino.
A Regra Beneditina, devido a sua eficácia de inspiração que formava cristãos santos por meio do seguimento dos ensinamentos de Jesus e da prática dos Mandamentos e conselhos evangélicos, logo encantou e dominou a Europa, principalmente com a máxima "Ora et labora". Para São Bento a vida comunitária facilitaria a vivência da Regra, pois dela depende o total equilíbrio psicológico; desta maneira os inúmeros mosteiros, que enriqueceram o Cristianismo no Ocidente, tornaram-se faróis de evangelização, ciência, escolas de agricultura, entre outras, isso até mesmo depois de São Bento ter entrado no céu com 67 anos.
São Bento, rogai por nós!
Bento XVI nomeia novo arcebispo para o Brasil

Dom Antonio Carlos Altieri é nomeado como novo arcebispo de Passo Fundo (RS)
O Papa Bento XVI nomeou nesta quarta-feira, 11, um novo arcebispo para a arquidiocese de Passo Fundo (RS). O nome designado pela Santa Sé foi o de Dom Antonio Carlos Altieri, o atual bispo na diocese de Caraguatatuba (SP).
Em nota, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) saúda o novo arcebispo e destaca seu empenho na evangelização dos jovens.
"Dom Altieri dá particular importância ao desafio representado pelo trabalho com a juventude. 'Os clérigos precisam estar mais próximos dos jovens. Um dos grandes desafios é a transparência, o testemunho para que os jovens não se decepcionem', disse, recentemente, na assembleia do regional Sul 1 da CNBB, durante painel sobre o trabalho pastoral com a juventude", ressalta a CNBB.
A Conferência dos Bispos agradece o trabalho realizado pelo arcebispo emérito, Dom Pedro Ercílio Simon, na arquidiocese e pede as bençãos de Deus sobre "sua nova fase de vida de dedicação na Igreja".
Por fim, a CNBB faz votos de que o ministério do novo arcebispo "seja cheio de fruto".
Dom Altieri
Nascido aos 18 de outubro de 1951, na cidade de São Paulo (SP), foi ordenado sacerdote em 17 de dezembro de 1978, sagrado por Dom Luciano Pedro Mendes de Almeida, e teve sua ordenação episcopal em 28 de outubro de 2006.
Dom Antonio Carlos foi nomeado bispo de Caraguatatuba pelo Papa Bento XVI em 26 de julho de 2006. Ele escolheu como lema do seu episcopado uma frase cheia de esperança: “Nós acreditamos no amor”.
O novo arcebispo é conhecido por sua atuação em prol dos jovens. Em outubro de 2007, Dom Antonio Carlos Altieri foi confirmado bispo assessor responsável do Setor Juventude do regional Sul 1 (São Paulo) da CNBB. Para ele, a “Juventude é o rosto da Igreja”.
Com uma vida acadêmica bastante vasta, o bispo é professor de diversas disciplinas como Filosofia, Psicologia, Ciências Físicas, Biológicas, Matemática, e até de piano. E de reconhecimento Pontifício, é bacharel em Teologia e licenciado em Ciências da Educação.
O lema de Dom Antonio Carlos Altieri é “Nós acreditamos no amor”.
Em nota, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) saúda o novo arcebispo e destaca seu empenho na evangelização dos jovens.
"Dom Altieri dá particular importância ao desafio representado pelo trabalho com a juventude. 'Os clérigos precisam estar mais próximos dos jovens. Um dos grandes desafios é a transparência, o testemunho para que os jovens não se decepcionem', disse, recentemente, na assembleia do regional Sul 1 da CNBB, durante painel sobre o trabalho pastoral com a juventude", ressalta a CNBB.
A Conferência dos Bispos agradece o trabalho realizado pelo arcebispo emérito, Dom Pedro Ercílio Simon, na arquidiocese e pede as bençãos de Deus sobre "sua nova fase de vida de dedicação na Igreja".
Por fim, a CNBB faz votos de que o ministério do novo arcebispo "seja cheio de fruto".
Dom Altieri
Nascido aos 18 de outubro de 1951, na cidade de São Paulo (SP), foi ordenado sacerdote em 17 de dezembro de 1978, sagrado por Dom Luciano Pedro Mendes de Almeida, e teve sua ordenação episcopal em 28 de outubro de 2006.
Dom Antonio Carlos foi nomeado bispo de Caraguatatuba pelo Papa Bento XVI em 26 de julho de 2006. Ele escolheu como lema do seu episcopado uma frase cheia de esperança: “Nós acreditamos no amor”.
O novo arcebispo é conhecido por sua atuação em prol dos jovens. Em outubro de 2007, Dom Antonio Carlos Altieri foi confirmado bispo assessor responsável do Setor Juventude do regional Sul 1 (São Paulo) da CNBB. Para ele, a “Juventude é o rosto da Igreja”.
Com uma vida acadêmica bastante vasta, o bispo é professor de diversas disciplinas como Filosofia, Psicologia, Ciências Físicas, Biológicas, Matemática, e até de piano. E de reconhecimento Pontifício, é bacharel em Teologia e licenciado em Ciências da Educação.
O lema de Dom Antonio Carlos Altieri é “Nós acreditamos no amor”.
A resposta de Deus
O Senhor derrama sobre nós o Seu Espírito Santo, sem medida, justamente em decorrência das tarefas que precisam ser realizadas. Por causa das situações que vivemos, tanto em termos religiosos como sociais e políticos, o Senhor derrama o Seu Espírito de maneira nova, extraordinária, sobre os nossos bispos, padres, grupos, comunidades, casas religiosas, seminários; enfim, sobre todos, porque é a Igreja por completo que está vivendo hoje uma extraordinária ação profética.
Quando tantos querem decretar a falência de Deus e de Sua Igreja, diante das seitas, diante da situação de racionalismo e de descrença, o Senhor vem dar Sua resposta. A resposta de Deus é o derramamento do Espírito Santo. É assim que Ele reage diante de toda situação: derramando uma nova e extraordinária efusão do Espírito Santo.
Não imaginamos o que Deus pode fazer porque, como o anjo disse a Viregm Maria: "[...] pois para Deus nada é impossível" (cf. Lc 1,37). O Senhor está constantemente renovando a Igreja. Precisamos ser dóceis e acolher essa renovação. O Senhor está colocando Sua Igreja numa nova marcha, Ele a está levando a ser plenamente carismática, evangelizadora e profética, e por isso derrama sobre ela o Seu Espírito. É preciso acolhê-Lo!
Deus o abençoe!
Quando tantos querem decretar a falência de Deus e de Sua Igreja, diante das seitas, diante da situação de racionalismo e de descrença, o Senhor vem dar Sua resposta. A resposta de Deus é o derramamento do Espírito Santo. É assim que Ele reage diante de toda situação: derramando uma nova e extraordinária efusão do Espírito Santo.
Não imaginamos o que Deus pode fazer porque, como o anjo disse a Viregm Maria: "[...] pois para Deus nada é impossível" (cf. Lc 1,37). O Senhor está constantemente renovando a Igreja. Precisamos ser dóceis e acolher essa renovação. O Senhor está colocando Sua Igreja numa nova marcha, Ele a está levando a ser plenamente carismática, evangelizadora e profética, e por isso derrama sobre ela o Seu Espírito. É preciso acolhê-Lo!
Deus o abençoe!
terça-feira, 10 de julho de 2012
Retiro Espiritual do Clero da Diocese de Ilhéus
Nos dias 02 a 06 de julho de 2012 o clero da diocese de Ilhéus, junto o bispo Dom Mauro, esteve reunido em retiro espiritual no CTL em Ilhéus.
O pregador foi Pe. Edson Oriolo da arquidiocese de Pouso Alegre, MG.
O retiro obedeceu à seguinte programação:
Primeiro dia - Introdução
Segundo dia - Reflexão sobre a oração da ordenação para presbiterato; Essência do Sacerdócio ( caráter sacerdotal, sacerdos alter Christus, In persona Chiristi); - Diocesaneidade
Terceiro dia - Teologia da Palavra; Sacramentalidade da Palavra (exortação apostólica Verbum Domini Bento XVI);Sacerdote, ministro da Palavra Deus; Maria, modelo de vivência da Palavra de Deus
Quarto dia - Sacerdote, bom Pastor; Sacerdote e a Caridade Pastoral; Sacerdote, administrador da Misericórdia divina. Sacramento da Reconciliação, momento celebrativo da misericórdia de Deus
Quinto dia - Sacerdote, Homem da Oração. A oração vinculada à Palavra de Deus; Orar com a Liturgia das Horas.
Foi uma semana de graças para toda a diocese quando seus padres unidos ao bispo puderam dedicar-se á oração silenciosa, à vivência presbiteral e à celebração dos sacramentos da Penitência e da Eucaristia.
Fica aqui o nosso agradecimento ao Pe. Edson Oriolo pela sua disponibilidade, competência e muita unção com que conduziu o retiro.
Deus seja louvado!
Paulo Costa
Responsável pelo site da Diocese de Ilhéus
Dom Eugênio Sales foi autêntica testemunha do Evangelho, diz Papa

Cardeal Eugênio Sales com o Papa Bento XVI na Catedral de São Paulo, por ocasião da visita do Santo Padre ao Brasil, em 2007
O Papa Bento XVI expressou seus sentimentos de pesar pela morte do Arcebispo Emérito do Rio de Janeiro, Dom Eugênio Sales, num telegrama enviado nesta terça-feira, 11.
Dom Eugênio faleceu na noite desta segunda-feira, 9, aos 91 anos, vítima de um infarto enquanto dormia em sua casa no bairro do Sumaré, na capital carioca.
No telegrama enviado ao Arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Orani João Tempesta, o Pontífice ressaltou que Dom Eugênio revelou-se "autêntica testemunha do Evangelho no meio do seu povo”.
“Recebi a triste notícia do falecimento do venerado Cardeal Eugênio de Araújo Sales, depois de uma longa vida de dedicação à Igreja no Brasil”, disse o Papa no telegrama.
Bento XVI disse ainda dar graças ao Senhor por ter dado à Igreja tão generoso pastor que, nos seus 70 anos de sacerdócio e 58 de episcopado, procurou apontar a todos a senda da verdade na caridade e do serviço à comunidade, em permanente atenção pelos mais desfavorecidos, na fidelidade ao seu lema episcopal: “Impendam et superimpendar” (gastarei e gastar-me-ei por inteiro por vós).
“Enquanto elevo fervorosas preces para que Deus acolha na sua felicidade eterna este seu servo bom e fiel, envio a essa comunidade arquidiocesana, à Igreja no Brasil e a quantos tomam parte nos sufrágios animados pela esperança da ressurreição, uma confortadora bênção apostólica”, concluiu o Papa.
Dom Eugênio faleceu na noite desta segunda-feira, 9, aos 91 anos, vítima de um infarto enquanto dormia em sua casa no bairro do Sumaré, na capital carioca.
No telegrama enviado ao Arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Orani João Tempesta, o Pontífice ressaltou que Dom Eugênio revelou-se "autêntica testemunha do Evangelho no meio do seu povo”.
“Recebi a triste notícia do falecimento do venerado Cardeal Eugênio de Araújo Sales, depois de uma longa vida de dedicação à Igreja no Brasil”, disse o Papa no telegrama.
Bento XVI disse ainda dar graças ao Senhor por ter dado à Igreja tão generoso pastor que, nos seus 70 anos de sacerdócio e 58 de episcopado, procurou apontar a todos a senda da verdade na caridade e do serviço à comunidade, em permanente atenção pelos mais desfavorecidos, na fidelidade ao seu lema episcopal: “Impendam et superimpendar” (gastarei e gastar-me-ei por inteiro por vós).
“Enquanto elevo fervorosas preces para que Deus acolha na sua felicidade eterna este seu servo bom e fiel, envio a essa comunidade arquidiocesana, à Igreja no Brasil e a quantos tomam parte nos sufrágios animados pela esperança da ressurreição, uma confortadora bênção apostólica”, concluiu o Papa.
Cardeal Eugênio Sales falece no Rio de Janeiro
Arquivo / CNBB

Dom Eugênio Sales morreu na noite de segunda-feira, 9, aos 91 anos.
A Arquidiocese do Rio de Janeiro informou no fim da noite desta segunda-feira, 9, a morte do Arcebispo Emérito do Rio de Janeiro, Cardeal Eugênio de Araújo Sales, aos 91 anos, vítima de um infarto enquanto dormia em sua casa no bairro do Sumaré, na capital carioca.
“Foi um homem que seguiu Jesus Cristo, que soube estar presente nos momentos do Brasil”, avaliou Dom Orani João Tempesta, em entrevista ao Jornal da Globo, na madrugada desta terça-feira, 10.
Atualmente, Dom Eugênio era o mais antigo cardeal da Igreja Católica. Teve uma presença importante na questão dos refugiados, e foi uma referência para o Vaticano em relação à Igreja no Brasil.
“Lembramos de sua atuação na Favela do Vidigal, ajudando os mais necessitados. Foi alguém que nunca deixou a fidelidade ao seu amor à Igreja e ao Santo Padre”, recordou Dom Orani.
Segunda a Arquidiocese do Rio, o velório ocorrerá durante toda esta terça-feira na Catedral Metropolitana de São Sebastião, no centro do Ri, com Missas a cada duas horas. O enterro será na quarta-feira, 11, também na Catedral.
“Foi um homem que seguiu Jesus Cristo, que soube estar presente nos momentos do Brasil”, avaliou Dom Orani João Tempesta, em entrevista ao Jornal da Globo, na madrugada desta terça-feira, 10.
Atualmente, Dom Eugênio era o mais antigo cardeal da Igreja Católica. Teve uma presença importante na questão dos refugiados, e foi uma referência para o Vaticano em relação à Igreja no Brasil.
“Lembramos de sua atuação na Favela do Vidigal, ajudando os mais necessitados. Foi alguém que nunca deixou a fidelidade ao seu amor à Igreja e ao Santo Padre”, recordou Dom Orani.
Segunda a Arquidiocese do Rio, o velório ocorrerá durante toda esta terça-feira na Catedral Metropolitana de São Sebastião, no centro do Ri, com Missas a cada duas horas. O enterro será na quarta-feira, 11, também na Catedral.
Biografia
Dom Eugênio Salles nasceu em Acari (RN) no dia 8 de novembro de 1920, e fez seus primeiros estudos em Natal onde ingressou, em 1931, no Seminário Menor. Os cursos de Filosofia e Teologia foram realizados Seminário da Prainha, em Fortaleza. A ordenação presbiteral ocorreu em dia 21 de novembro de 1943.
Com apenas 33 anos, em 1954, foi nomeado bispo auxiliar de Natal pelo papa Pio XII. Em 1962 foi designado administrador apostólico da Arquidiocese de Natal, função que exerceu até a chegada de Dom Nivaldo Monte, em 1965. Em seguida, tornou-se administrador apostólico da Arquidiocese de Salvador e, quatro anos depois, arcebispo de Salvador e primaz do Brasil, pelo papa Paulo VI.
No período em que esteve em Salvador, Dom Eugênio foi o criador das Comunidades Eclesiais de Base, da Campanha da Fraternidade e do Movimento de Educação de Base. Foi também um dos primeiros a implantar o Diaconato Permanente na Igreja no Brasil. No tempo da Ditadura Militar, realizou, em segredo, diversas ações em prol do abrigo a perseguidos políticos.
Em 1969, Dom Eugênio foi criado cardeal presbítero pelo Papa Paulo VI, e chegou a ocupar cargos em onze congregações no Vaticano. Em 13 de março de 1971, foi nomeado para a Arquidiocese do Rio de Janeiro, função que exerceu até 2001, quando sua renúncia foi aceita. Ele já estava com 80 anos de idade.
Sua atuação teve como inspiração o seu lema episcopal, fundamentado na Carta de São Paulo aos Coríntios: "Impendam et Superimpendar" (2 Cor 12,15): “De muito boa vontade darei o que é meu, e me darei a mim mesmo pelas vossas almas, ainda que, amando-vos mais, seja menos amado por vós”.
Dom Eugênio Salles nasceu em Acari (RN) no dia 8 de novembro de 1920, e fez seus primeiros estudos em Natal onde ingressou, em 1931, no Seminário Menor. Os cursos de Filosofia e Teologia foram realizados Seminário da Prainha, em Fortaleza. A ordenação presbiteral ocorreu em dia 21 de novembro de 1943.
Com apenas 33 anos, em 1954, foi nomeado bispo auxiliar de Natal pelo papa Pio XII. Em 1962 foi designado administrador apostólico da Arquidiocese de Natal, função que exerceu até a chegada de Dom Nivaldo Monte, em 1965. Em seguida, tornou-se administrador apostólico da Arquidiocese de Salvador e, quatro anos depois, arcebispo de Salvador e primaz do Brasil, pelo papa Paulo VI.
No período em que esteve em Salvador, Dom Eugênio foi o criador das Comunidades Eclesiais de Base, da Campanha da Fraternidade e do Movimento de Educação de Base. Foi também um dos primeiros a implantar o Diaconato Permanente na Igreja no Brasil. No tempo da Ditadura Militar, realizou, em segredo, diversas ações em prol do abrigo a perseguidos políticos.
Em 1969, Dom Eugênio foi criado cardeal presbítero pelo Papa Paulo VI, e chegou a ocupar cargos em onze congregações no Vaticano. Em 13 de março de 1971, foi nomeado para a Arquidiocese do Rio de Janeiro, função que exerceu até 2001, quando sua renúncia foi aceita. Ele já estava com 80 anos de idade.
Sua atuação teve como inspiração o seu lema episcopal, fundamentado na Carta de São Paulo aos Coríntios: "Impendam et Superimpendar" (2 Cor 12,15): “De muito boa vontade darei o que é meu, e me darei a mim mesmo pelas vossas almas, ainda que, amando-vos mais, seja menos amado por vós”.
domingo, 8 de julho de 2012
Santa Sé lamenta ataques à liberdade religiosa
O observador permanente da Santa Sé junto ao Conselho de Direitos Humanos da ONU, Dom Silvano Maria Tomasi, manifestou em Genebra a grande preocupação da Igreja Católica pela recente série de ataques à liberdade religiosa. O observador discursou na 20ª sessão regular do Conselho das Nações Unidas, encerrada sexta-feira, 6.
“A delegação da Santa Sé chama a atenção para o crescente abismo entre o compromisso e os princípios assumidos pela comunidade internacional sobre liberdade religiosa, de consciência e de crença, e a implementação desse direito humano fundamental. O conflito religioso é um perigo para o desenvolvimento social, político e econômico”, disse Dom Tomasi na cidade suíça.
Para o representante da Santa Sé, todos os Estados devem “assegurar, proteger e promover o direito legítimo das pessoas de ter, praticar e expressar a sua própria religião ou crença de forma livre”.
Na manhã deste sábado, 7, Dom Tomasi encontrou-se com os representantes das ONGs católicas presentes na Missão da Santa Sé em Genebra. No encontro, o diplomata elogiou os progressos realizados nos últimos anos, notando o grande número de declarações escritas apresentadas e organizadas em conjunto entre as várias ONGs católicas.
Dom Tomasi enalteceu esta colaboração, que demonstra unidade e empenho na troca de informações. Enfim, encorajou as ONGs católicas a prosseguir seu caminho coordenando suas futuras atividades e projetos. (CM )
Jesus Cristo é o maior milagre do universo, afirma Bento XVI
Reuters

Os milagres de Cristo não são uma exibição de poder, mas sinais do amor de Deus, explica Bento XVI
O Angelus com o Papa Bento XVI, deste domingo, 8, foi realizado no pátio da residência apostólica de Castel Gandolfo, onde o Santo Padre passa um período de repouso, e contou com a presença de centenas de fiéis.
O Pontífice comentou um trecho do Evangelho de São Marcos no qual Jesus retorna a Nazaré depois de um período em que pregou e realizou curas em outros lugares. Mas ao vê-lo voltar e ensinar na sinagoga, seus conterrâneos ficam escandalizados, pois o recordam como o filho do marceneiro (cf. Mc 6,2-5).
“Nenhum profeta é bem aceito em sua casa e pelo povo que o conhece! Isto é compreensível porque a familiaridade no plano humano dificulta o ‘ir além’ e abrir-se à dimensão divina” , explicou o Papa, e complementou: “Mesmo entendendo isso, Jesus se surpreendeu com a frieza com que foi recebido em Nazaré”.
Bento XVI explicou que apesar de Jesus saber que nenhum profeta é bem aceito em sua pátria, o fechamento de coração de seu povo permaneceu para Ele obscuro e impenetrável: “Como é possível que não reconheçam a luz da Verdade? Por que não se abrem à bondade de Deus, que quis compartilhar nossa humanidade?”.
Esse fechamento espiritual foi o motivo pelo qual Jesus não pôde realizar em Nazaré nenhum prodígio, tendo somente imposto as mãos a alguns doentes, curando-os.
Refletindo sobre o episódio, o Papa destacou que os milagres de Cristo “não são uma exibição de poder, mas são sinais do amor de Deus, que se concretiza aonde encontra a fé do homem”.
De fato, o homem Jesus de Nazaré é a transparência de Deus, Nele Deus habita plenamente. “E enquanto nós buscamos sempre outros sinais, outros prodígios, não percebemos que o verdadeiro Sinal é Ele, Deus feito carne, é ele o maior milagre do universo: todo o amor de Deus encerrado em um coração humano, em um rosto humano”, completou o Pontífice.
O Pontífice comentou um trecho do Evangelho de São Marcos no qual Jesus retorna a Nazaré depois de um período em que pregou e realizou curas em outros lugares. Mas ao vê-lo voltar e ensinar na sinagoga, seus conterrâneos ficam escandalizados, pois o recordam como o filho do marceneiro (cf. Mc 6,2-5).
“Nenhum profeta é bem aceito em sua casa e pelo povo que o conhece! Isto é compreensível porque a familiaridade no plano humano dificulta o ‘ir além’ e abrir-se à dimensão divina” , explicou o Papa, e complementou: “Mesmo entendendo isso, Jesus se surpreendeu com a frieza com que foi recebido em Nazaré”.
Bento XVI explicou que apesar de Jesus saber que nenhum profeta é bem aceito em sua pátria, o fechamento de coração de seu povo permaneceu para Ele obscuro e impenetrável: “Como é possível que não reconheçam a luz da Verdade? Por que não se abrem à bondade de Deus, que quis compartilhar nossa humanidade?”.
Esse fechamento espiritual foi o motivo pelo qual Jesus não pôde realizar em Nazaré nenhum prodígio, tendo somente imposto as mãos a alguns doentes, curando-os.
Refletindo sobre o episódio, o Papa destacou que os milagres de Cristo “não são uma exibição de poder, mas são sinais do amor de Deus, que se concretiza aonde encontra a fé do homem”.
De fato, o homem Jesus de Nazaré é a transparência de Deus, Nele Deus habita plenamente. “E enquanto nós buscamos sempre outros sinais, outros prodígios, não percebemos que o verdadeiro Sinal é Ele, Deus feito carne, é ele o maior milagre do universo: todo o amor de Deus encerrado em um coração humano, em um rosto humano”, completou o Pontífice.
Evento "Talitha Kumi" prepara jovens para a JMJ 2013
A pouco menos de um ano de seu início, os preparativos para a Jornada Mundial da Juventude (JMJ) no Rio de Janeiro estão intensos. O evento acontecerá entre os dias 23 e 28 de julho de 2013.
De segunda, 9, a domingo, 15, as ruas da capital carioca serão palco da 4ª missão de evangelização 'Talitha kumi', expressão hebraica que significa “Jovem, levanta-te”, que traz o mesmo lema da Jornada: “Ide e fazei discípulos entre todas as nações" (Mt 28,19).
Promovido pela Comunidade Aliança de Misericórdia, o trabalho de evangelização conta com a participação de aproximadamente 350 missionários católicos, que prometem mostrar a alegria do jovem que escolhe ter a sua vida pautada na Pessoa e no Evangelho de Jesus Cristo. O ápice da missão será a celebração litúrgica na sexta-feira, 13, presidida pelo arcebispo do Rio, Dom Orani Tempesta.
Na Itália, os jovens católicos também se preparam. O Serviço Nacional para a Pastoral Juvenil elaborou uma série de subsídios dirigidos a todos, sejam os que seguirão o Papa no Rio de janeiro, como os que acompanharão a Jornada a partir da Itália.
São textos, imagens, links e vídeos, um para cada mês, num percurso mensal que durará um ano. Tudo foi concebido pensando no tema da JMJ e no Ano da Fé, com as indicações do Motu Proprio “Porta Fidei”. O subsídio aconselha e sugere promover “encontros mensais em lugares diferentes dos habituais: paróquias distantes, nos confins da diocese, casas religiosas, escolas, espaços leigos, segundo as oportunidades.
No site italiano (www.gmgrio2013.it) pode-se ver um esquema para a oração comunitária das segundas sextas-feiras do mês, que acompanha, em todo o mundo, a preparação da JMJ.
As inscrições para a Jornada serão abertas oficialmente em fins de julho, e como já é costume, serão recebidas pelos encarregados diocesanos de pastoral juvenil. De 11 a 18 de julho, uma delegação da Conferência Episcopal Italiana estará no Rio para encontrar o Comitê Organizador Local (COL) e concordar a colocação logística da participação italiana.
sábado, 7 de julho de 2012
Você conhece Jesus Cristo? Não caia no pecado de rejeitar o Cristo
Jesus foi rejeitado, porque se apresentou como um trabalhador que cresceu em Nazaré, ao lado de parentes, amigos e conhecidos. Seus conterrâneos não descobriram n'Ele nada de extraordinário que pudesse indicá-Lo como o Messias de Deus. No entanto, a extraordinariedade de Jesus-Messias está justamente aí, na encarnação, no fato de não ter nada que possa diferi-Lo da condição humana comum.
O Filho de Deus se fez como qualquer um de nós, e aqui está o nó da questão. Muitos afirmam que não creem, porque não veem. Os conterrâneos de Jesus não creem, porque veem o Jesus trabalhador, o Filho de Maria, um Homem do povo, que não frequentou nenhuma escola superior, um Homem que vem de Nazaré, lugarejo insignificante.
O escândalo da encarnação continua sendo um espinho atravessado na garganta de muito cristão de boa vontade. Por se encarnar nas realidades humanas, Jesus-Messias foi rejeitado. Ele faz pensar no desafio que é a encarnação do Evangelho na realidade do povo. Não podemos ficar paralisados como os conterrâneos do Senhor, pois Este rejeita o pecado da vaidade, do orgulho e da prepotência. Também rejeita o pecado da violência, da ganância e do egoísmo.
Muitas vezes, queremos um Cristo que aprove os nossos erros e que aplauda o nosso falso sucesso obtido à custa de opressão e desonestidade. Muitas vezes, não aceitamos um Cristo manso, pacífico, simples, humilde. A soberba nos faz querer um Cristo imponente, rico, opressor.
A nossa cegueira não concebe um Cristo que nos sugere o serviço aos irmãos, a capacidade de perdão, a simplicidade de coração. É preciso que meditemos sobre isto e transformemos a nossa vida. Jesus se fez um de nós a fim de facilitar o nosso entendimento, e não para complicá-lo. Ele se fez um de nós para que percebêssemos que as glórias deste mundo nada valem, que fomos feitos para uma glória maior.
Somos fracos, apegados às ilusões deste mundo e não percebemos os valores eternos. Renunciar ao pecado e aderir à mensagem de Cristo é o gesto mais sábio que um cristão pode ter.
Peçamos ao Senhor Jesus que Ele não permita que as adversidades nos impeçam de seguir adiante no cumprimento da missão a nós confiada.
A nossa cegueira não concebe um Cristo que nos sugere o serviço aos irmãos, a capacidade de perdão, a simplicidade de coração. É preciso que meditemos sobre isto e transformemos a nossa vida. Jesus se fez um de nós a fim de facilitar o nosso entendimento, e não para complicá-lo. Ele se fez um de nós para que percebêssemos que as glórias deste mundo nada valem, que fomos feitos para uma glória maior.
Somos fracos, apegados às ilusões deste mundo e não percebemos os valores eternos. Renunciar ao pecado e aderir à mensagem de Cristo é o gesto mais sábio que um cristão pode ter.
Peçamos ao Senhor Jesus que Ele não permita que as adversidades nos impeçam de seguir adiante no cumprimento da missão a nós confiada.
Dom Eurico dos Santos Veloso
Arcebispo Emérito de Juiz de Fora (MG)
Arcebispo Emérito de Juiz de Fora (MG)
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